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CRÓNICA


Ser ou não ser híbrida, eis a questão

Por António Branquinho a


GERAL
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18 Comentários...

#1 Sergio Dias

5 de Abril, 2015, 12:22

se fizessem uma consola destas eu ia adorar.
#2 Nakah

5 de Abril, 2015, 12:26

Por outro lado era a morte do mercado portatil.
#3 Rony G

5 de Abril, 2015, 12:27

Nakah
Por outro lado era a morte do mercado portatil.
Era a morte tanto do portátil como do caseiro sendo que se abria um novo mercado, o híbrido... No Japão a maioria das pessoas jogaria de forma portátil, aqui a maioria jogaria em casa, eu aproveitava ambos! :)
#4 Sergio Dias

5 de Abril, 2015, 12:37

eu nao vejo a morte de nenhum mercado, mas a fusao deles. eles existem na mesma, mas numa unica maquina.
#5 Rony G

5 de Abril, 2015, 12:52

Sim... mas isso é o que eu também vejo, mas na prática o mercado caseiro e portátil deixa de existir pois passa a haver somente o híbrido.
#6 VT

5 de Abril, 2015, 13:27

Que venha ela! Como referiram, reduzia-se os custos de ter que estar a comprar as duas consolas em separado e Nintendo focada numa só consola elevaria a qualidade ainda mais.
#7 BraveBold

5 de Abril, 2015, 20:19

Não sei se funcionava devido ao preço
Mesmo que haja muita gente que compre ambos, a maior parte compra uma 3Ds ou uma Wii U
Se subirmos o preço da consola então...
#8 Sergio Dias

5 de Abril, 2015, 20:35

o preço nao seria um problema com um markting decente.
#9 Nosferatus

5 de Abril, 2015, 21:05

Não existiria um único mês sem um jogo novo que nos fizesse ter vontade de o comprar!
Isto é a mais pura verdade. A Nintendo lança normalmente por ano dezenas de jogos entre portátil e domestica. Não sei um numero médio certo, mas julgo que seria exequível 1 ou 2 jogos por mês.

Apenas com isto a Nintendo, assegurava um bom ritmo de lançamentos.

A seguir tínhamos a politica positiva de apoio aos Indies que cada vez mais da os seus frutos.

Juntamos-lhe toda a virtual console, aproveitando para inserir jogos gamecube, que são a principal lacuna do serviço ao dia de hoje e tínhamos uma consola dedicada a jogos Nintendo, completamente autossuficiente.

Ainda que mantivesse o apoio baixo third party, acredito que o conceito ate funcionasse bem.

Obviamente o sucesso desta nova consola estaria dependente de uma enorme variedade de fatores, mas no papel parece ser uma receita para o sucesso.


Por mim, sinceramente apenas exijo que apoiem cada consola o mais e melhor que puderem, o máximo de anos possíveis/aceitáveis. Ao fazerem isso, respeitam-me como consumidor, e ganham a minha fidelidade futura.
#10 silva_carlos

5 de Abril, 2015, 22:42

Ao lançarem uma consola hibrida, a nintendo estaria novamente a distanciar-se dos padrões estabelecidos pelas suas concorrentes, a não ser que o factor preço fosse colocado num patamar muito acima (o que nao seria muito coerente com as ultimas politicas da empresa).

Deste modo seria certamente mais um entrave para as 3rd parties a colocarem de lado, estando novamente entregue a si mesma. Este é um erro que a Nintendo ja deveria ter aprendido esta geração e espero que nao o repita.

O gamepad para mim é uma mais valia enorme, pois como está escrito no artigo, previne-me grandes guerras com a patroa, lol. Ainda assim acho que a nintendo deveria aproximar o seu modelo de negocios ao mercado mais actual/tradicional, com hardware competitivo, sob o risco de ter outra wiiu nas mãos. A verdade é que o mercado Mobile está em migração para os dispositivos portáteis e as possíveis vendas previstas, podem muito bem ja nao ser as mais correctas.
#11 silver_ryder

6 de Abril, 2015, 11:57

Eu pessoalmente gostaria de uma consola híbrida (ao qual já desenvolvi noutros topicos), mas tendo em atenção que eu quero o mesmo modelo no que concerne a jogos.

E com isto quero dizer que quero os meus jogos exclusivos portáteis e os meus jogos exclusivos caseiros e com isso tudo o que diferença um jogador "on the go" e um jogador "caseiro", tudo o que diferencia um excelente jogo caseiro de um excelente jogo portátil, já que um excelente jogo caseiro não é necessariamente um excelente jogo portátil...!

E com isto não quer dizer que não possa existir jogos "cross-platform", "cross-buy" e um ponto muito importante implementação do sistema de contas.

No meu caso em particular é ridículo ter duas consolas (New 3DS e a New 3DS XL) nintendo e apenas numa deles ter acesso ao conteúdo digital...!
#12 Sergio Dias

6 de Abril, 2015, 12:43

na minha opiniao o sucesso ia depender da publicidade, e concordo com os 2 tipos de jogos, os caseiros e portateis.
#13 [NITRO]FOX

6 de Abril, 2015, 14:36

Se fizerem isso será mais um fracasso, a menos que a parte do hardware portátil seja vendido em separado.
#14 neveda

6 de Abril, 2015, 15:01

Sergio Dias
na minha opiniao o sucesso ia depender da publicidade, e concordo com os 2 tipos de jogos, os caseiros e portateis.
O sucesso ou insucesso de uma consola não se resume a publicidade. É bem mais abrangente do que isso. Naming, timing, preço, conceito, etc.
#15 Rony G

6 de Abril, 2015, 15:08

verdade que não... o o namig e o timing também passam pelo departamento de marketing, tal como a explicação para o público do conceito.

Logo eu aí concordo com o sérgio, esse é o departamento fundamental para que a consola tenha ou não sucesso. Inelizmente temos visto pelos exemplos recentes que o departamento de marketing da nintendo... deixa bastante a desejar. :/

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