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ANÁLISE


Fire Emblem Fates: Conquest

Por a


3DS
Nota
9
Excelente

14 Comentários...

#1 gusema

4 de Maio, 2016, 08:29

O @Raviokarp quando escolheu o avatar já sabia que o lado Nohr ia rular...
#2 klaud_litah

4 de Maio, 2016, 08:41

Eu gostei do awakening por ser acessivel a novos jogadores (foi o meu primeiro FE), a dificuldade deste deixa me um bocado na duvida mas espero jogar as 3 versoes :
E as armas não se partirem é bom.isso era uma seca.
#3 Darthlord90

4 de Maio, 2016, 10:17

Se jogares e começares pelo birthright depois este não custa tanto, já vais com o balanço. Para além que dá para mexer na dificuldade a meio da campanha. Curiosamente o Awakening foi o que menos gostei dos que saíram no Ocidente.
#4 gusema

4 de Maio, 2016, 10:39

klaud_litah
E as armas não se partirem é bom.isso era uma seca.
Spoiler

Espero conseguir arranjar a edição especial....
#5 Sergio Dias

4 de Maio, 2016, 10:43

Ja li ambas as analises, ainda bem que aqui é bem mais dificil. Mas tenho pena de terem tirado o limite das armas, isso era fixe pa gerir.

Pena é as novas geraçoes nai aguentarem um joguinho mais dificil que começam logo a chorar.
#6 VT

4 de Maio, 2016, 11:01

Se tivesses conseguido experimentar o multijogador a nota teria subido? Ou vão fazer uma revisão à analise depois de o jogo ser lançado oficialmente?
Aqui já não o problema de a historia ser linear?
#7 klaud_litah

4 de Maio, 2016, 11:40

Uma coisa que nao falam é na quantidade de filhos e/ou missable quests. Tambem acontece nestes jogos? A lista de filhos é grande como no anterior?

A cena das armas eu prefiro assim porque ja no anterior chegava a uma parte em que elas partirem ou nao tornava se irrelevante porque tinha bastantes e tambem tinha dinheiro suficiente. Por isso a determinada altura do jogo era apenas chato e desnecessario ir a loja buscar. Isso e o anterior também era demasiado facil. Dava para limpar mapas so com um ou dois personagens.
#8 BAlvez

4 de Maio, 2016, 12:25

Uma boa análise, apesar de ser mais curta e menos detalhada que a da outra versão.
Mas assim fica confirmado que esta é a versão mais interessante entre as duas, mas será que é melhor que o Revelations? Não percam a próxima análise porque eu também não!
#9 Darthlord90

4 de Maio, 2016, 12:31

VT
Se tivesses conseguido experimentar o multijogador a nota teria subido? Ou vão fazer uma revisão à analise depois de o jogo ser lançado oficialmente?
Aqui já não o problema de a historia ser linear?
No Fnintendo não existe esse hábito. A nota dificilmente subiria por causa disso porque no Fire Emblem o multiplayer é algo secundário. Na verdade até aparece nos extras no menu e se reparares passou ao lado em algumas reviews americanas.

@klaud_litah sim, há muitos bebés para fazer.
#10 Celebi

4 de Maio, 2016, 14:31

VT
Se tivesses conseguido experimentar o multijogador a nota teria subido? Ou vão fazer uma revisão à analise depois de o jogo ser lançado oficialmente?
Aqui já não o problema de a historia ser linear?
O que queres dizer exactamente com linear? E na minha opinião não teria subido, é um bom complemento mas em nada essencial à experiência principal, como o @Darthlord90 disse. Eu não referi o multijogador na minha análise porque também não o consegui testar.
#11 niko_pt

4 de Maio, 2016, 14:36

Tenho pena de não gostar destes jogos... porque nota-se que têm bastante qualidade.
#12 Hrs10

4 de Maio, 2016, 14:43

Sergio Dias
Ja li ambas as analises, ainda bem que aqui é bem mais dificil. Mas tenho pena de terem tirado o limite das armas, isso era fixe pa gerir.

Pena é as novas geraçoes nai aguentarem um joguinho mais dificil que começam logo a chorar.
Não percebo também.

Não sei quanto mais trabalho dá darem a hipótese de escolher a dificuldade, mas acho o ideal.

Quem quer jogar o original joga, quem quer mais fácil muda.
#13 VT

4 de Maio, 2016, 15:12

@Celebi devido a teres referido isto na tua análise
A maneira como reage à grande maioria das situações que se atravessam no seu caminho é simplesmente irracional, sendo que muitas delas apenas servem como desculpa para prosseguir com a história de uma forma muito específica, o que a torna linear e prevísivel.
#14 Celebi

4 de Maio, 2016, 15:48

Tem a ver com o facto de esta progride de forma natural, enquanto que no Birthright a narrativa apenas avança porque o protagonista não tem uma reação natural ao que lhe acontece. Uma é muito forçada em relação à outra basicamente.

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