8 Comentários...

#1 Nosferato

15 de Janeiro, 2017, 12:50

As diferenças deste para o 1 são mínimas. Não ficaria admirado se as vendas fossem miseráveis cá no Ocidente.
Na minha opinião, a decisão de terem desenvolvido a sequela e lançar no primeiro ano da Switch foi um erro absoluto. Mas tudo bem, só o terá irá dizê-lo.
#2 Bacx

15 de Janeiro, 2017, 14:56

Que exagero @Nosferato. Eles mostraram um trailer onde se vê claramente uma nova campanha, história e novidades a nível de armas, costumização e mapas no multijogador. Além disso foi só o primeiro cheiro, ainda vai ser revelada muita coisa até ao Verão. Já se sabe que o jogo terá um modo espectador no multijogador e certamente que terá mais adições no online.
#3 Bernkastel

15 de Janeiro, 2017, 14:58

Soa ao tipo de "novidades" que o Call of Duty tem ano após ano.

É uma sequela prematura.
#4 fabio00

15 de Janeiro, 2017, 15:02

Este jogo não devia ser lançado este ano.
Não acho que quem tenha comprado o da Wii U vá a correr comprar este, mas isto sou eu...
E não vi assim tantas novidades pelo trailer. Parece mesmo o tipo de coisas que mudam nos CoDs
#5 neveda

15 de Janeiro, 2017, 15:07

Primeiro COD não tem mudanças residuais ano após ano. É feito pelo menos por três equipas diferentes. Óbvio que o core game não pode ser alterado. Nem aí, nem em nenhum multiplayer de sucesso.

Depois estamos a falar de um jogo que saiu numa consola que foi um flop e que tem dois anos. Depois é um IP com enorme potencial da Nintendo.

Tem mais do que lógica lançar logo no primeiro ano de vida. Acho até mesmo que devia ser um jogo de lançamento.
#6 Bacx

15 de Janeiro, 2017, 15:10

O problema do CoD é que isto se repete há muitos anos, todos os anos. O Splatoon faz dois anos quando sair o segundo e como novo IP precisa de consolidação até porque o primeiro saiu um pouco despido e só ficou mais consistente com os meses de updates grátis. Nem sabemos qual é o o escopo da campanha e multijogador deste novo jogo.
#7 gusema

15 de Janeiro, 2017, 15:15

Bernkastel
Soa ao tipo de "novidades" que o Call of Duty tem ano após ano.

É uma sequela prematura.
É uma sequela ideal para um jogo "online". Quem comprar uma Switch gostava de jogar Splatoon e espera que mantenham a jogabilidade do anterior. Novos modos, novos mapas e armas e já mais que bom. Se quisessem um shooter diferente compravam um dos outros 30 que saem todos os anos. É por isso que CoD e FIFA têm sucesso, a jogabilidade é refinada ligeiramente e o jogo mantém o seu core. No ideia em que quiserem FIFA diferente experimentam Inazuma ou outra coisa.
#8 Nosferato

15 de Janeiro, 2017, 15:22

Tal como disse, tenho receio das vendas no Ocidente. Fiz mais de cem horas no primeiro e olho para este e parece a mesma coisa, com pequenas mudanças aqui e ali. Não irei comprar. Primeiro porque acho que as mudanças são pouco relevantes (e sim, ainda mostraram pouco) e segundo, desta vez há online pago.
Isto no Japão venderá bem. Já no Ocidente, tenho as minhas dúvidas. Mas cá estarei para dar a cara caso seja um sucesso e esteja tremendamente errado.

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