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CRÓNICA


Uma questão de (R)Evolução

Por Gustavo Pereira a


GERAL
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3 Comentários...

#1 BraveBold

12 de Fevereiro, 2017, 11:08

Mais um bom artigo
Nunca se vai poder agradar a todos, claro!
MAs creio que o segredo esta num bom equilíbrio entre ambas...
Agora, o que é um bom equilíbrio entre ambas?
Penso que o caso da Nintendo, numa boa parte dos seus IPs, é um bom ponto de equilíbrio
Costumam evoluir e revolucionar em norma bem as suas IPs, tirando algumas excepções

Hoje em dia vive-se muito o culto das novas IPs (não diria as massas, mas os jogadores que mais seguem a industria em sites por exemplo) mesmo que muitas dessas novas IPs não nos apresentem nada em termos de evolução e revolução
#2 silver_ryder

12 de Fevereiro, 2017, 11:36

Existem N jogos Nintendo que se estes quisessem/tivessem mudado as personagens teria sido vendido como um novo IP, mas lá está para quê "lutar" contra o mercado quando se pode vender um Mario Galaxy em vez de um "António Galaxy"...! (isto se me faço entender)

Atenção que eu digo isto no bom sentido, prefiro ver sempre a mesma personagem em cenários novos e revitalizados, gameplay/mecânicas novas, etc do que esgotar uma "brand" e passar para a próxima...!

No meu entender é um Universo a manter, mas lá está esse universo não se pode manter imutável, precisa de novos como Pikmin que se iniciou na era GC, precisa dos "splatoon's" da vida e precisa de revitalizar franchises "esquecidas" como é o caso de Metroid e afins...!
#3 Hell Soul

12 de Fevereiro, 2017, 19:14

Para mim o que é importante numa série é que o que a define se mantenha, e às vezes nem são definidas pela jogabilidade ou pelo género. Paper Mario pode já ter mudado duas vezes de género e continua a ser caracteristicamente Paper Mario, não há nada igual e o ADN manteve-se.

Sobre o dilema de adaptar ideias novas a franchises já existentes ou pegar nelas e criar novas IPs, acho que depende muito. Pegando no exemplo do @silver_ryder, eu não imagino a Nintendo a fazer um Não-Mario Galaxy, porque o sumo da ideia era a gravidade e isso só ia brilhar num jogo de plataformas. Pegaram na série mais versátil que têm para o fazer e pronto. Se tivessem feito IP nova só para isso, ao fim dos primeiros dois jogos a série já estava morta porque o que a definia não era forte o suficiente para a levar mais longe.

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