Baten Kaitos: Eternal Wings and The Lost Ocean

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  • Plataforma:
    GC
  • Editora: Namco
  • Produtora: tri-Crescendo, Monolith Soft
  • Género: RPG
  • Lançamento: 4 de Janeiro, 2005
Nota
9
Excelente

Artigos

ANÁLISE


Baten Kaitos: Eternal Wings and The Lost Ocean


Um título que quebrou com as convenções do género RPG.

Por Pedro Meleiro a 9 de Maio, 2012, 13:43

GC
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Comentarios

73 Comentários...

#1 jabun

3 de Janeiro, 2012, 01:04

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Baten Kaitos: Eternal Wings and the Lost Ocean foi desenvolvido pela tri-Crescendo e Monolith Soft e foi publicado pela Namco para a Nintendo GameCube. Primeiramente lançado no Japão em 2003, este foi o primeiro jogo da série Baten Kaitos (BK), e trata-se da continuação de Baten Kaitos Origins, lançado posteriormente, em 2006, e que estupidamente não teve direito a uma versão PAL. No jogo podemos encontrar várias caracteristicas presentes nos anteriores RPGs feitos pelo pessoal da entretanto fundada Monolith, como Xenogears e Chrono Cross, sendo mesmo para muito o sucessor espiritual deste último.

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O jogo conta a história de Kalas e Xelha, dois jovens que vivem num reino de gigantescas ilhas voadoras espalhadas pelo céu, numa época em que a existência do Oceano e da Terra era lembrada como um mero conto de fadas passado de geração a geração. Segundo a história, o Deus do Mal chamado Malpercio invadiu o mundo e deixou os oceanos secos, deixando as ilhas flutuando no céu. Ele foi derrotado por 5 heróis espirituais, que o selaram sob forma de 5 "End Magnus".


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Kalas é um jovem rebelde que acorda amnésico numa cama de hospital, lembrando-se apenas da sua vontade de vingança pelo assassinato de sua família e destruição de sua casa. Durante a procura dos assassinos, Kalas encontra Xelha, uma jovem fugitiva do Império que possui um poderoso e misterioso medalhão. Ao descobrirem que o Império está à procura das 5 End Magnus, os caminhos das nossas duas personagens principais cruzam-se e a história se desdobra num enredo repleto de emoção, amizade, corrupção e esperança, em que é notória uma forte crítica social por parte da produtora.

Baten Kaitos é um Card RPG, em que a utilização das cartas vai muito mais além do que o sistema de combate, ao também ser utilizada nos items. Às cartas é dado o nome de "Magnus", que absorvem a essência de tudo o que é importante no universo de BK, desde armas, magias e até comida. Quanto ao sistema de combate, é verdade que no inicio pode ser algo dificil nos habituarmos a ele, principalmente se já jogamos previamente dezenas de RPGs mais "tradicionais", mas a verdade é que este pequeno esforço inicial vale bem a pena, com BK a apresentar aos jogadores um sistema de combate dinâmico e divertido.

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Uma menção honrosa para o grafismo do jogo que é absolutamente genial, ao parecer que tudo os cenários são pintados a aguarela e um artwork e design bastante bonito. Neste departamente, BK foi dos jogos mais interessantes que foram lançados numa 128 Bits, demonstrando todo o poder do pequeno cubo da Nintendo.

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Numa entrevista ao produtor do jogo, Shinji Noguchi, inidicou que o conceito do jogo foi criado em 2001, tendo o seu desenvolvimento começado 6 meses depois, com uma equipa com cerca de 100 pessoas. O intuito da Monolith era criar um RPG diferente e que marcasse quem o experimentasse, oferecendo aos jogadores uma temática séria e adulta, ao mesmo tempo que o sistma de combate fosse adequado para quem se quisesse aventurar pela primeira vez no mundo dos RPGs.

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Embora tenha recebido excelentes críticas, a verdade é que BK chegou a poucos lares, tendo para isso contribuido a quase nula divulgação do jogo, assim como a sua fraca distribuição. No entanto, para quem gosta do género e tem uma GC ou uma Wii, BK é uma excelente escolha, sendo mais uma das grandes obras da Monolith.

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#2 Ambrósio

3 de Janeiro, 2012, 01:14

Joguei este jogo há uns anos e achei-o bastante interessante. O sistema de batalha é bastante diferente do habitual, por isso alguns são capazes de gostar e outros de odiar. Eu acho que funciona bastante bem.

Já não me lembro quantas horas demorei no jogo, mas foram bastantes...

Também tive a prequela, mas nunca a cheguei a jogar. Cada vez tenho menos tempo para este tipo de jogos, por isso tenho que os seleccionar muito bem. Hoje em dia demoro uns 6 meses a acabar um Zelda porque não tenho tempo para jogar, por isso prefiro deixar alguns jogos de lado e dedicar-me só ao que acho que vale mesmo a pena.
#3 jabun

3 de Janeiro, 2012, 01:21

Se tiveste o Origins acredita que vale bem o teu tempo ;) Para mim supera o original em tudo e "cheira" a Chrono Cross por todo o lado!
#4 Nosferato

3 de Janeiro, 2012, 01:40

jabun
Se tiveste o Origins acredita que vale bem o teu tempo ;) Para mim supera o original em tudo e "cheira" a Chrono Cross por todo o lado!
Estou neste momento a jogar e concordo totalmente, e ainda por cima eu sou um grande fan do chrono cross!!! Estou a gostar bastante mas arranjou um concorrente de peso o Final Fantasy 6...
#5 jabun

3 de Janeiro, 2012, 01:47

Pois tu andas a jogar dois pesos pesados do mundo RPG ao mesmo tempo e nem deves saber muito bem para onde te virares XD

E se achas que o BK: EWLO já tem um cheirinho ao Chrono Cross, espera só até jogares o Origins :hmm:
#6 Nosferato

3 de Janeiro, 2012, 12:05

Eu mal comecei a jogar este deu me logo a sensação que tinha sido o mesmo desenhador do chrono cross e depois lá fui a net confirmar ;)

Sim, o origins é o próximo a ser jogado ;)
#7 jabun

12 de Março, 2012, 10:58

Análise MaxiConsolas nº54, Maio 2005

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#8 Saikyou

12 de Março, 2012, 13:16

Infelizmente o jogo saiu numa altura em que o dinheiro não abundava e tinha de escolher entre o jogo X ou Y.
#9 jabun

12 de Março, 2012, 14:06

Embora seja um jogo algo dificil de encontrar, acredita que vale bem a pena Saikyou. Eu no inicio torci o nariz devido ao sistema de batalhas baseado em cartas, mas a verdade é que adorei as possibilidades e as combinações que é possivel fazer.
#10 Chico

12 de Março, 2012, 15:34

Vou ser honesto, as duas primeiras vezes que tentei acabar o jogo eu não fazia a mínima ideia para que serviam os números nas cartas, só quando peguei no jogo o ano passado é que li bem o manual e entendi o que era suposto fazer. A próxima vez que pegar no jogo vai ser para acabar e tentar fazer as subsquest todas.
#11 Sergio Dias

12 de Março, 2012, 15:38

Este é daqueles jogos que me sinto feliz por ter jogado.

Sei que não joguei muitos bons RPG's, mas compensei com outros como este :yes:
#12 jabun

13 de Março, 2012, 15:16

Quem gostou deste, é obrigatório jogar o Origins, que é a prequela do primeiro jogo. O jogo tem imensas parecenças com Chrono Cross (o que não admira pois aequipa é a mesma), de tal forma que por vezes parece a sua sequela!
A meu ver, supera o Eternal Wings and the Lost Ocean em tudo.


Vale a pena comprarem um Freeloader para a GC só para jogarem Baten Kaitos Origins.
#13 Chico

13 de Março, 2012, 16:57

Eu nunca comprei o Origins porque não saiu em PT,mas a minha colecção GC não fica completa sem um jogo NTSC, que ainda vai chegar. Tenho que começar a ver preços no ebay.
#15 jabun

9 de Maio, 2012, 13:04

Excelente análise aum dos grandes jogos da GC chrono ;)

Podiam por o link para as análises FNintendo nos tópicos dos jogos, como fizeste aqui com o Baten Kaitos :)

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