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NOTÍCIA


The Legend of Zelda: Breath of the Wild torna-se no Zelda mais vendido de sempre

Um novo marco na série.

WII U
SWITCH

Por Nuno Nêveda a


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Nuno Nêveda, Redactor Chefe

Fã de hábitos alimentares saudáveis, consta que implementou dietas rigorosas aos colegas de equipa. Quando não anda atrás de uma balança, costuma implorar por um novo F-Zero. E quem lhe tira uma partida de FIFA, tira-lhe tudo.

16 Comentários...

#1 neveda

26 de Abril, 2018, 10:55

Números merecidos. Um dos melhores jogos de sempre!!!
#2 Hrs10

26 de Abril, 2018, 11:15

Overrated :p
#3 niko_pt

26 de Abril, 2018, 13:28

Vai ser o melhor jogo desta geração, nem o Red Dead Redemption 2 o deve conseguir destronar.
#4 kanoeyes

26 de Abril, 2018, 16:26

Concordo completamente com o Hrs10, honestamente em comparação com outros zeldas esse só tem uma exploração mais bem trabalhada tudo o resto cai completamente por terra.
Este video explica bem o que acho:
#5 kanoeyes

26 de Abril, 2018, 16:27

Atenção assim como o metal gear solid 5, é um bom jogo mas como zelda (o caso metal gear, como metal gear) é um jogo bem mediano.
#6 neveda

26 de Abril, 2018, 16:28

Continua a ser um dos melhores jogos de sempre. A interactividade com o mundo e formas como se pode abordar-lo é algo sem paralelo.
#7 niko_pt

26 de Abril, 2018, 16:48

Concordo a 100% com o neveda.
#8 ze_samot

26 de Abril, 2018, 16:54

Acho que a melhor maneira de fazer alguém ver como este jogo faz tanta coisa de forma excepcional é pô-lo a jogar outro open world qualquer assim que termine o BotW. Rapidamente se aperceberá da falta que sente até de pequenos elementos que não tinha valorizado durante o jogo.
#9 BraveBold

26 de Abril, 2018, 18:24

Esta ja na lista top dos melhores jogos que o Brave jogou
#10 moguino

26 de Abril, 2018, 19:46

O problema é que os Zelda sempre foram tidos como jogos que eram superiores a tudo mas na prática tirando um ou dois sempre foram jogos bons e nada mais do que isso, aliás alguns deles bem longe disso.

Eu gostei do Breath of the Wild mas confesso que a partir de certa altura ficou monótono porque o factor novidade desapareceu e fiquei cansado de andar pelo mundo que ainda assim gosto mais desta formula do que da formula dos jogos antigos porque era sempre a mesma coisa jogo após jogo.
#11 nunoluis611

27 de Abril, 2018, 09:12

Eu não era fã de Zelda. Joguei LA, ALTTP, OOT, MM, WW e ALBW, e destes o que posso dizer que gostei foi do Wind Waker (que foi o primeiro jogo Zelda que joguei, versão HD). Mesmo assim arrisquei no BOTW e depressa se tornou num dos jogos da minha vida. Agora sim, sou fã de Zelda.
#12 BraveBold

27 de Abril, 2018, 20:17

Apesar de ser dos meus jogos preferidos de sempre...sinto falta de algo Zelda like

Lancem um novo Ip com dungeons, gadgets e quebra cabeças s.f.f.
#13 Hell Soul

28 de Abril, 2018, 01:30

moguino
Eu gostei do Breath of the Wild mas confesso que a partir de certa altura ficou monótono porque o factor novidade desapareceu e fiquei cansado de andar pelo mundo
Se eu tivesse de resumir o jogo numa frase era nesta. E ya ok, cada pessoa valoriza coisas diferentes num jogo, perceptível, mas eu fico com medo dos padrões das pessoas se me disserem que a nível de conteúdo palpável este Zelda é sequer bom. É que nem acho mediano ou aceitável, é só mau.

O main draw do jogo é descobrir shrines iguais, com puzzles que emanam artificialidade, num mundo que se repete no que há para fazer até não dar mais. As 4 histórias principais são super desequilibradas em termos de qualidade: a dos Rito nem conta porque é só wut de banal, a dos Zora já pouco me lembro, acho que acabou rápido e não tinha nada de relevante, a dos Goron era boa e a dos Gerudo excelente. Problema, o climax de todas são "dungeons" repetitivas. É giro à primeira já que até têm design fluído e brincam bem com as mecânicas, já não tão giro nas seguintes porque apesar do que disse se manter válido, não dá para as distinguir mentalmente. Eram iguais, tinham bosses iguais, o que é que marca? Nada.

O combate mano-a-mano é terrível. "Ah, mas o giro é arranjares maneiras criativas de matar os inimigos". Ya, giro nas primeiras 20 horas. E antes de perceberes que o jogo só tem 3 inimigos.

O mundo está cheio de zonas visualmente (e propositadamente) impressionantes, e o que é que fazem com elas? Zero. Olha korok seeds. Olha outra montanha com um calhau no topo. Olha o Kass, o mesmo veículo de quests PELO MUNDO INTEIRO.

As aldeias são excelentes, dou todo o crédito que merecem. Bem construídas, interessantes, com personagens que te dão coisas relativamente fixes para fazer. Sais delas e o jogo não sabe bem como é que há de manter o nível. Olha o vigésimo estábulo, bué credível hã, neste mundo toda a gente adora cavalinhos. Novamente, estábulos iguais que banalizam e até estragam a impressão com que fiquei quando cheguei ao primeiro, que naturalmente encanta. O jogo é feito disto, surpresas artificiais que depois descortinamos como mecânicas que foram esticadas para a escala enorme do jogo sem preocupações de variedade ou de manutenção de interesse.

Já me estou a alongar, mas no fundo é isto. Quantos puzzles há de meter a bolinha no buraco? Os que tu quiseres. Quantas shrines de baús ou de tests of strength há? Os que tu quiseres. Quantos Km2 há no jogo em que não há nada de novo para ver ou fazer? Os que a tua família quiser.

Se isto funciona? Pelos vistos para muitos funcionou. Comigo também. Nas primeiras 20 horas, quando o jogo dá tudo de si e não deixa restos para as outras 130.

É claro que estou a ignorar imensos aspectos que todos sabemos que são excelentes: atenção ao pormenor, animações, arte, liberdade mecânica, etc. O BotW É a base para se fazer o jogo perfeito. Mas é uma base que para ser o que quer ser não devia ter saído dos estúdios da Nintendo sem mais 2/3 anos de trabalho, o que simplesmente não era possível. Dito isto, espero que o sucesso crítico e comercial não esteja a passar a mensagem errada e que não se afrouxem para o próximo. Porque o jogo só é um 10 se a escala for de 0 a 20.
#14 neveda

28 de Abril, 2018, 09:17

Que exagero, um jogo de 5...

Agora a sério, primeiro ponto, um 10 (a escola não é de 1 a 100) não é nota de um jogo perfeito, há sempre espaço para melhorias.

Depois, para mim grande parte dos jogos são sempre mais do que a soma das partes. O que este Breath of The Wild faz, num género que tem limitações próprias, é revolucionário. A interactividade e a relevância da física no mundo envolvente é algo sem paralelo. E ao contrário do que referes, ao fim de 20, 30, 40 horas há sempre algo novo a aparecer e isso é notável num videojogo. Só isso é suficiente, para mim, para estar acima de qualquer jogo do género, porque o que está feito aqui é o mais difícil de tudo, ser o menos scripted possível.

Há um ponto que eu entendo de quem ficou desapontado, o romper com o passado da série em qu se inclui a ausência de dungeons clássicas e o quase descartar da história.
#15 Hell Soul

28 de Abril, 2018, 16:17

neveda
Que exagero, um jogo de 5...

Agora a sério, primeiro ponto, um 10 (a escola não é de 1 a 100) não é nota de um jogo perfeito, há sempre espaço para melhorias.
Só falei no 10/20 exatamente para pôr as coisas na perspectiva de margem de melhoria, que é absolutamente enorme. Eu não dava 5 ao BotW. Da mesma maneira que disse o que disse, dá para escrever um post igualmente grande a falar do que faz de bem. Mas 90% dessas qualidades são a moldura, e falta uma boa pintura para a preencher, que para mim conta muito mais. É o que digo no início, tem a ver com o que cada um valoriza no jogo. Um conceito de "make up your own fun" em que a exploração é recompensada de forma básica não me atrai, mesmo que o mundo seja artistica e funcionalmente apelativo.

neveda
Depois, para mim grande parte dos jogos são sempre mais do que a soma das partes. O que este Breath of The Wild faz, num género que tem limitações próprias, é revolucionário. A interactividade e a relevância da física no mundo envolvente é algo sem paralelo. E ao contrário do que referes, ao fim de 20, 30, 40 horas há sempre algo novo a aparecer e isso é notável num videojogo. Só isso é suficiente, para mim, para estar acima de qualquer jogo do género, porque o que está feito aqui é o mais difícil de tudo, ser o menos scripted possível.
Que limitações do género? Só me lembro de duas: tempo e dinheiro. Open-worlds são caros e trabalhosos. E que tipo de coisas é que consideras quando referes que há sempre algo de novo a aparecer?

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