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Nintendo Switch Online só na segunda metade de Setembro

Por Nuno Nêveda a


SWITCH
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23 Comentários...

#16 _GM_

10 de Agosto, 2018, 23:51

Eu acho que no Nintendo Switch Online só veremos mesmo jogos da Nintendo. Algumas companhias third party já estão a fazer as suas próprias colecções.

Namco Museum, Megaman Collection e Megaman X Collection, SNK Anniversary Collection, e os jogos da categoria "Sega Ages".

Jogos third party só mesmo aqueles que não são bem third party. Aqueles que não são feitos pela Nintendo, mas foram exclusivos da Nintendo. Por exemplo, uma colecção que eu gostava de ver na Switch era o Megaman Battle Network. A série não é first party da Nintendo, mas os jogos foram exclusivos no GBA. Se a Capcom não fizer a sua colecção de Battle Network, maybe a Nintendo adiciona esses jogos no serviço Online. Mas lá está, isto é só um exemplo.
#17 Bernkastel

11 de Agosto, 2018, 10:00

Acredito tanto em jogos GBA nesse serviço como em jogos Playstation. :(
#18 Bacx

12 de Agosto, 2018, 19:57

Bernkastel
Há partes da comunidade de emulação que têm unicamente esse objectivo. Tanto jogo que já não há como adquirir por vias legais, excepto no mercado de usados que só enche o cu de chulos a vender a preço de ouro porque sabem que é isso ou nada.
Sim essas parte da comunidade existe, mas não são eles que estão por detrás destes sites de distribuição livre de ROMs cujo objectivo nada tem a ver com preservação como tenho dito. Aliás a preservação não implica que esses jogos estejam livremente disponíveis, daí essas tais comunidade realmente valiosas actuarem de forma não pública. E percebendo a questão de jogos que não são fáceis de adquirir, estes sites que estão a ser afectados distribuem à mesma ROMs de jogos que se podem adquirir facilmente e até são os mais descarregados. Isto que a Nintendo tá a fazer tem zero impacto na preservação.

lobito180
Eu percebo a questão da legalidade, mas não deixa de ser uma coisa estúpida.
Se formos a ver, praticamente tudo tem um dono e não pode ser usado. Queres o exemplo mais parvo de sempre? Os nossos avatares. O meu é artwork de um jogo, o teu é de um anime cujos formatos de distribuição dizem que nenhuma parte do mesmo pode ser utilizada sem autorização prévia.
Não acho que a atitude da Nintendo seja a certa, por mais que esteja dentro da lei. As leis têm de se adequar conforme as necessidades, e se um produto não está à venda e o detentor da licença não tem intenção de o distribuir num futuro próximo, deveria cair em domínio público e ponto final.

Não estou a defender sites que ganham dinheiro com isto, mas há comunidades que fazem tudo por serem fãs.
Além disso, vivemos agarrados a objetos que possuem um tempo de vida. Um cartucho ou CD, etc, não funcionam para toda a eternidade, e se não houverem cópias destas, no futuro ninguém poderá jogar muitos destes jogos mais obscuros.

E volto a referir, se um site tem uma ROM do Super Marios Bros. da NES, acho muito bem que a tirem porque há mil e uma maneiras de comprar esse jogo hoje em dia, agora se me vierem com uma coisa tipo o Time Crisis da Playstation, acho que as produtoras deveriam permitir. Se um dia surgissem planos de relançar um jogo, lá entrariam em contacto e os respectivos sites apagariam os jogos.
Isso não um bom exemplo porque um avatar de um personagem cujos direitos são de uma empresa não é necessariamente um produto ao contrário de jogos que produto completo com valor comercial.
Quanto aos sites, tal como disse ao Bernkastel, esses sites não têm só jogos no limbo, maior parte do seu tráfego é feito de descargas de jogos que podes comprar agora mesmo e não fazem parte da verdadeira comunidade de preservação.
#19 Bernkastel

12 de Agosto, 2018, 20:23

A questão da preservação não é ter o jogo numa vitrine... é ter forma de o jogar. Se mandam abaixo os sites que os disponibilizam então estão a mandar abaixo quem os preserva.

E volto a dizer, estamos a falar de jogos que sofrem pouco ou nada com pirataria, mesmo os recentes. Os devs indie são uma excepção, nesses casos a pirataria pode ser realmente a diferença entre o viver e o morrer como estúdio, mas companhias maiores? O problema da pirataria não é o sucesso ou insucesso do jogo, é como diz o Jim Sterling: as companhias não querem apenas dinheiro, querem todo o dinheiro.
#20 Zetsu

12 de Agosto, 2018, 21:19

Claro que querem. É o que os move.
Aliás emprestar um jogo é ilegal, gravar um filme que passa na televisão é ilegal, emprestar a password de uma conta de Steam ou Netflix é ilegal. Vender as vossas contas juntamente com as consolas porque já não querem aquilo para nada é ilegal. Vai sempre haver paladinos a defender com unhas e dentes os acordos de utilização das empresas, alguns até parecem accionistas lol Mas podem crer que os vossos jogos do WiiWare, DSiWare ou qualquer outro serviço online que compraram e de repente deixou de existir e não os podem voltar a descarregar, para eles não é ilegal é apenas um "gratos pela compreensão".

A Nintendo tem o direito de atacar os sites, youtubers, streamers, podcasters que quiser pelas suas propriedades intelectuais até o FNintendo só por usar ícones da Nintendo. Os únicos roms que se safam são aqueles em que já não se sabe a quem pertencem os direitos, tipo o abandonware, ou então empresas que simplesmente não têm dinheiro para pagar a advogados e andar atrás de tudo quanto é site.

Relançar jogos só não é uma prática mais constante porque cada plataforma tem a sua mariquice, senão eram todos a fazer como a Disney que está constantemente a relançar os filmes em edições onde só muda a capa. Só falta atacar a venda de usados, mas isso vai se fazendo com a passagem para o digital only ou então através dos jogos season pass/dlc. Daí talvez já nem se falar muito nisso.
#21 Bacx

12 de Agosto, 2018, 23:14

Bernkastel
A questão da preservação não é ter o jogo numa vitrine... é ter forma de o jogar. Se mandam abaixo os sites que os disponibilizam então estão a mandar abaixo quem os preserva.

E volto a dizer, estamos a falar de jogos que sofrem pouco ou nada com pirataria, mesmo os recentes. Os devs indie são uma excepção, nesses casos a pirataria pode ser realmente a diferença entre o viver e o morrer como estúdio, mas companhias maiores? O problema da pirataria não é o sucesso ou insucesso do jogo, é como diz o Jim Sterling: as companhias não querem apenas dinheiro, querem todo o dinheiro.
Os sites que estão a ser afectados não têm nada a ver com preservação, se tivessem não estavam a ganhar dinheiro com publicidade nem tinham jogos que podes comprar hoje em dia. Isto para não falar que existe sempre forma de obter a ROM, quem tem realmente interesse sabe como e onde ir buscar. Estes sites de distribuição fácil são apenas um antro para pirataria para utilizadores com menos know-how. O facto de afectarem pouco as vendas destes não justifica o facto de estarem disponíveis a poucos cliques de distância, não deixa ser ilegal, sendo que no caso dos jogos comercialmente acessíveis são uma ameaça mesmo que tenham pouco efeito prático.

Querem fazer uma coisa em condições? Façam um site onde só disponibilizem jogos que não sejam um produto actual de uma plataforma relevante. Nada de Marios, Zeldas e Sonics que estão disponíveis de diversas formas e feitios. Até o Earthbound dá para comprar facilmente.
#22 neveda

13 de Agosto, 2018, 09:51

Bernkastel
A questão da preservação não é ter o jogo numa vitrine... é ter forma de o jogar. Se mandam abaixo os sites que os disponibilizam então estão a mandar abaixo quem os preserva.

E volto a dizer, estamos a falar de jogos que sofrem pouco ou nada com pirataria, mesmo os recentes. Os devs indie são uma excepção, nesses casos a pirataria pode ser realmente a diferença entre o viver e o morrer como estúdio, mas companhias maiores? O problema da pirataria não é o sucesso ou insucesso do jogo, é como diz o Jim Sterling: as companhias não querem apenas dinheiro, querem todo o dinheiro.
Não me quero meter muito na discussão da pirataria e da relação da Nintendo com o seu legado (que é algo questionável), mas qual é o problema mesmo desse ponto? Claro que querem todo o dinheiro e têm toda a legitimidade para o quererem. No fim de contas, esses produtos são propriedades intelectuais e existem porque empresas investiram recursos para os produzirem.
#23 BraveBold

13 de Agosto, 2018, 10:22

Concordo
E estamos a falar de gajos que faziam montes de dinheiro com cenas que não eram deles

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