Nuno Nêveda, Redactor Chefe

Fã de hábitos alimentares saudáveis, consta que implementou dietas rigorosas aos colegas de equipa. Quando não anda atrás de uma balança, costuma implorar por um novo F-Zero. E quem lhe tira uma partida de FIFA, tira-lhe tudo.

8 Comentários...

#6 Bacx

15 de Janeiro, 2017, 15:10

O problema do CoD é que isto se repete há muitos anos, todos os anos. O Splatoon faz dois anos quando sair o segundo e como novo IP precisa de consolidação até porque o primeiro saiu um pouco despido e só ficou mais consistente com os meses de updates grátis. Nem sabemos qual é o o escopo da campanha e multijogador deste novo jogo.
#7 gusema

15 de Janeiro, 2017, 15:15

Bernkastel
Soa ao tipo de "novidades" que o Call of Duty tem ano após ano.

É uma sequela prematura.
É uma sequela ideal para um jogo "online". Quem comprar uma Switch gostava de jogar Splatoon e espera que mantenham a jogabilidade do anterior. Novos modos, novos mapas e armas e já mais que bom. Se quisessem um shooter diferente compravam um dos outros 30 que saem todos os anos. É por isso que CoD e FIFA têm sucesso, a jogabilidade é refinada ligeiramente e o jogo mantém o seu core. No ideia em que quiserem FIFA diferente experimentam Inazuma ou outra coisa.
#8 Nosferato

15 de Janeiro, 2017, 15:22

Tal como disse, tenho receio das vendas no Ocidente. Fiz mais de cem horas no primeiro e olho para este e parece a mesma coisa, com pequenas mudanças aqui e ali. Não irei comprar. Primeiro porque acho que as mudanças são pouco relevantes (e sim, ainda mostraram pouco) e segundo, desta vez há online pago.
Isto no Japão venderá bem. Já no Ocidente, tenho as minhas dúvidas. Mas cá estarei para dar a cara caso seja um sucesso e esteja tremendamente errado.

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