FNintendo Acabei de acabar

Discussão em 'Mundo dos Jogos' iniciada por scab, 23 de Dezembro de 2008.

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Quantos jogos terminaste durante o mês passado? (Setembro 2019)

  1. Nenhum

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  1. BraveBold Spring Mushroom
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    BraveBold
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    Nunca tinha "reparado" que o jogo era fortemente criticado :p
     
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  2. G.E.R.M.A.N. Mega Mushroom
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    G.E.R.M.A.N.
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    Wario Land: Super Mario Land 3 (1994)

    [​IMG]

    Bom jogo, mas sem dúvida um passo atrás depois do excelente Super Mario Land 2, já que a jogabilidade não é tão divertida, não gostei tanto dos power-ups, o level design não é tão bom e não gostei muito dos bónus entre os níveis principais. Mas o Wario foi uma boa introdução como personagem jogável, este jogo apresentou as bases da jogabilidade para a série que na minha opinião viriam a ser melhor desenvolvidas nas sequelas, que de resto, pretendo rejogar num futuro breve também, assim como o título da Wii. O jogo tem 40 níveis e muitos segredos para descobrir se o quiserem completar a 100% e tem a particularidade de ter vários finais diferentes, consoante o dinheiro que consigam juntar. No geral, bom jogo, não o ponho entre os melhores do Game Boy, mas vale a pena. 7/10
     
    Última edição: 19 de Novembro de 2018
  3. ze_samot 1-Up Mushroom
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    ze_samot
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    ze_samot
    Nos últimos tempos terminei o primeiro Outlast no PC. É um survival horror em primeira pessoa engraçadito mas sem combate, que segue um guião que não dá azo à exploração e que tem no uso constante do modo de visão nocturna da câmara de filmar que equipamos o seu principal elemento diferenciador. A acção decorre num asilo onde conseguiram recriar um bom ambiente de suspense que, aliado ao uso do referido modo nocturno da câmara de filmar e ao seu curto alcance, faz-nos andar sempre em bicos dos pés e atentos a todos os sons e sinais sendo que para tal também contribui uma dose generosa de jump scares. Infelizmente o jogo acaba por se tornar repetitivo nas sequências de maior acção que consistem numa fuga antecedida ou precedida por momentos furtivos, em corredores sempre iguais e com os mesmos obstáculos. Nada de marcante mas suficientemente interessante para me despertar curiosidade para a expansão Whistleblower e para a sequela.

    What Remains of Edith Finch no PC não é propriamente um jogo mas mais uma experiência interactiva. Neste walking simulator predispomo-nos a explorar a mansão e a história dos Finch, família sobre a qual aparentemente recai uma maldição responsável pelas mortes trágicas e precoces de todos os seus elementos. A "exploração" da propriedade apesar de linear é abordada muito bem através da originalidade e própria configuração da casa, repleta de segredos e passagens secretas. Conseguiram recriar uma casa que poderia muito bem ter sido idealizada por qualquer um de nós em criança e com tal façanha transportaram-me para essa altura da minha vida em que adoraria poder ter explorado algo assim. A história de cada um dos elementos da família é exposta de maneira distinta e mais uma vez bastante original sendo que algumas destas sequências foram das coisas mais marcantes e artísticas que alguma vez assisti num videojogo. O tom geral é bastante lúgubre e depressivo ao ponto de não o recomendar a toda a gente e muitos porão em causa a jogabilidade simplista e pouco desafiante, não há possibilidade de se morrer, assim como a longevidade, cerca de 3h. Para mim 3h pareceram 3 dias na viagem emocional que foi este What Remains of Edith Finch. Recomendadíssimo para quem estiver de mente aberta para experimentar algo diferente.

    Eternal Darkness: Sanity's Requiem na Gamecube, para recordar. Já o tinha terminado há uns belos anos e decidi voltar a jogá-lo pelo Halloween. Continua a ser um dos meus jogos preferidos da consola pelo modo como as narrativas das personagens e os espaços interligam-se e evoluem no decorrer da história e pela atenção ao pormenor necessária para ultrapassar certas fases, seja um puzzle ou um inimigo mais poderoso. Contudo não deixa de possuir um combate perro e um sistema de selecção de itens asqueroso. Daqui a uns aninhos sei que lhe vou pegar mais uma vez.

    Agora vou seguir para o Half-Life: Opposing Force para terminar a saga dos jogos HL1
     
    Última edição: 23 de Novembro de 2018
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  4. BraveBold Spring Mushroom
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    BraveBold
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    Eisshh de uma assentada fizeste logo review a 3 jogos que tinha interesse

    E...passei a ter interesse apenas em 1

    Eternal Darkness :p
     
  5. ze_samot 1-Up Mushroom
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    ze_samot
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    ze_samot
    Eish @BraveBold não me leves tão a sério ao ponto de riscares jogos da tua lista. O que vou escrevendo é apenas a minha opinião pessoal e não é elaborado com a imparcialidade nem profundidade duma review como deve ser
     
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  6. BraveBold Spring Mushroom
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    BraveBold
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    Terminei o Starlink battle for Atlas

    Sentimentos mistos mas de uma forma geral gostei. É bomzito
    Torna-se repetitivo mesmo não sendo um jogo longo

    O proximo StarFox pode beber daqui muita coisa, mas ha muita coisa que também tera que fazer diferente

    De saudar a inclusão de StarFox nisto. Esta simplesmente brutal Nota-se que a inclusão da team Fox no jogo foi feita de forma super cuidada
    Nunca apareceram tao bem no ecran como neste jogo Melhor que no StarFox Zero que tinham um ar ligeiramente "artificial"

    Dou-lhe um 7/10
     
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  7. G.E.R.M.A.N. Mega Mushroom
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    Super Mario Odyssey (2017)

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    Acabei a aventura principal. A Switch marca mais de 20 horas, com 325 Power Moons. Agora é explorar o que desbloqueou de novo (Mushroom Kingdom e Dark Side of the Moon) e completar o jogo a 100%, deve dar pelo menos para dobrar o tempo de jogo.

    Quanto ao jogo em si, como é habitual nos Super Mario 3D ou Super Mario no geral, adorei. A jogabilidade é mesmo o ponto mais forte do jogo, é delicioso controlar o Mario, seja em terra, na água ou nos vários power-ups. Desde o primeiro momento em que peguei no jogo, não senti nenhuma vez que me desiludisse nesse campo, brilhante. E todos os movimentos, tanto os clássicos como os novos, são divertidíssimos de usar. O melhor modo de jogar, pessoalmente, é em docked, com os joy-cons separados. Podemos ter o melhor de dois mundos, apreciar o excelente visual na TV e jogar com recurso aos motions controls, que na minha opinião, estão muito bem implementados, ou seja, só quando é preciso e faz sentido.

    Adorei explorar os vários locais abertamente, é o Super Mario 64 dos tempos modernos. Mas percebo quando dizem que este esquema das 999 Moons torna o jogo menos focado porque de facto parece que às vezes apanhamos Moons só porque sim, quase como as moedas, mas por outro lado, assim o jogo não é interrompido e podemos continuar a explorar o nível à vontade. Mas pessoalmente, apesar de adorar estes níveis enormes para explorar, acho que prefiro um bocadinho mais o esquema do Galaxy, mais níveis e mais variados. E se no campo da jogabilidade o jogo é muito original devido à questão dos power-ups obtidos pelo Cappy, no level design não inova tanto como o Galaxy fez no seu tempo, em que ficava surpreendido a cada nível. Ainda assim, este Odyssey é o Mario 3D com as mecânicas mais apuradas, estou a adorar cada segundo.

    Um ponto que vi muita gente a apontar é que é demasiado acessível. E de facto, achei o mais fácil dos Mario 3D, mas já li que a Dark Side of the Moon é mais desafiante e também grande parte do desafio é encontrar as Moons, vamos a ver se vai ser divertido encontrar todas ou se vai acabar por ser demasiado maçador.

    Adorei também o Capture Mode, vi-me a usar constantemente nos vários mundos, o que comprava que tanto na componente técnica como artística, o jogo é belíssimo.

    A música é boa, tem algumas faixas bem porreiras, mas não atinge o nível dos anteriores, principalmente do Super Mario 64, em que todas as músicas são icónicas e até hoje, num dia ou noutro, não me saem da cabeça. Neste não vejo isso a acontecer, excepto talvez numa ou duas músicas.

    Em suma, um dos melhores jogos de plataformas 3D de sempre. Acho que o meu preferido ainda continua a ser o Galaxy (até hoje ainda não joguei a sequela), mas este entrou no panteão do género, sem dúvidas. 9.5/10
     
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  8. ze_samot 1-Up Mushroom
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    ze_samot
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    Primeiro Ratchet & Clank platinado na Vita. Deixei a opinião no tópico do jogo
     
  9. Jonnybravo 1-Up Mushroom
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    Jonnybravo
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    Acabei agora mesmo o Rise of the Tomb Raider. Desiludiu bastante face ao primeiro a todos os níveis. Creio que mantiveram o motor de jogo e melhoraram a parte visual para ficar de acordo com a geração actual, mas esse melhoramento gráfico é ofuscado por uma história pouco convincente e pela quantidade de bugs e mais bugs que apanhei ao longo da aventura. Num jogo deste tipo não se admite ficarmos presos várias vezes porque não foi detectada a última morte de um determinado inimigo ou porque uma certa secção de vídeo não aconteceu... temi várias vezes ficar preso no save por causa disto.
     
  10. neveda Redactor Chefe
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    neveda
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    Concordo que o jogo tem uma pior história que o anterior e acho que, sobretudo, o pacing é perto de terrível. Perde-se também muito com novos elementos, mais crafting e cenários mais abertos. Contudo não apanhei nenhum bug relevante e acabei o jogo na Xbox One e PS4 sem qualquer desses problemas que relatas. Muito bonito mas average at best.
     
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  11. G.E.R.M.A.N. Mega Mushroom
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    G.E.R.M.A.N.
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    Florence (2018)

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    Ao contrário de muitos jogadores, eu considero o mobile uma óptima plataforma de jogos, principalmente quando, em vez de ports de jogos que não se adequam ao formato, somos presenteados com experiências exclusivas, inovadoras e adaptadas a este sistema. Conheci o Florence apenas esta semana, quando o vi incluído em algumas listas dos melhores jogos de 2018 e apesar de achar esse estatuto algo exagerado, poderá ser uma experiência a ter em conta por alguns, com um custo de 3.50€ com direito a localização para português (não de Portugal, diga-se).

    Os dois aspectos que se destacam no jogo à partida são a arte e a banda sonora. Um estilo gráfico desenhado simples, mas belíssimo, que se adequa à história e à mensagem, assim como uma banda sonora em piano e violino, que é para mim o ponto mais forte do jogo. Em termos de jogabilidade, é uma aventura gráfica muito simples, com alguns puzzles que estão lá apenas para criar alguma interacção do jogador com a história, mas que se adaptam às situações decorridas.

    Agora o jogo desiludiu-me nalguns campos. O primeiro é que a mensagem não é propriamente inovadora e fresca como se poderia pensar. Não tenho problemas com o facto de o jogo apenas durar entre 30 a 45 minutos ou com o facto da mensagem em si ser muito simples, desde que a experiência me fique na memória, mas eu já vi este tema abordado da mesma forma um bom par de vezes noutros media, o que retirou uma eventual relação mais próxima com o jogo que eu poderia obter se a mensagem fosse abordada de outro modo. Outro aspecto que me desiludiu prende-se com a pouca influência que nós, como jogadores, temos na aventura. Existem algumas escolhas que podemos fazer durante a história, mas que acabam por ser prescindíveis, já que o final é apenas um só. Enquanto jogador, é desapontante, já que a interacção com a história é o que distingue este tipo de media dos outros, como os filmes ou os livros.

    No fundo, apesar de achar que este título não é de todo uma experiência imperdível, acho que está aqui uma boa base para projectos futuros e até fico contente pelo jogo estar a ser reconhecido, já que o mobile é uma plataforma melhor aproveitada com experiências deste género. 6/10
     
    Última edição: 23 de Dezembro de 2018
  12. gusema Spring Mushroom
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    gusema
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    GTA Vice City (PC): O único GTA que tinha jogado do principio ao fim foi o Chinatown na DS e (peço desculpa pelo que vou dizer @Rony G ) GTA 3D > 2D. Eu achei o Chinatown um dos melhores jogos da DS e tenho pena que não tenha saido um GTA 2D para a 3DS mas acho que a série consegue ser ainda melhor em TP. Adorei toda a progressão do jogo, sobretudo a ideia de adquirirmos negócios e de termos de fazer missões antes dos negócios serem rentáveis. As personagens secundarias são bastante engraçadas e pelo menos são diversificadas de umas para as outras. Em termos de dificuldade, apesar do jogo não ser difícil ainda houve algumas missões que me obrigaram a algumas repetições. Acho que os únicos defeitos que tenho a apontar são nitpickings como as propriedades que podem ser compradas não estarem assinaladas no mapa e o facto de não explicar que as 2 últimas missões estão bloqueadas até concluirmos 4 asset missions. Entra para a lista dos meus jogos preferidos de sempre. 5/5

    To the Moon (PC): Antes de mais, gostei muito do jogo mas acho que podiam ter-se esforçado um pouco mais na parte de jogabilidade. Nunca na vida ainda tanto tempo a carregar aleatoriamente em objectos. Raramente escolhia um objecto porque de facto era intrigante ou porque achei que de facto podia despoletar novas memórias mas apenas porque o cursor variava de aparência. Isso e o puzzle final de cada nível parecia colocado só para acrescentar gameplay e não porque de facto fizesse sentido no jogo. Sinceramente, acho que preferia não ter gameplay nenhum do que ter este. O que me levou a acabar o jogo foi a narrativa incrível que me permitiu aturar as sequências intermédias. A narrativa está genial, com uma viagem ao passado de alguém para percebermos o porquê do maior desejo deste ser ir à lua. O facto de no final do primeiro acto termos uma espécie de pausa dá-nos tempo de tentar adivinhar o que aconteceu de errado antes de a história voltar a arrancar (escusado será dizer que todas as minhas teorias saíram ao lado). O final traz-nos um plot twist incrível que acentou que nem uma luva no conceito do jogo. Uma pena que a jogabilidade tenha saído tão ao lado. 4/5
     
  13. G.E.R.M.A.N. Mega Mushroom
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    G.E.R.M.A.N.
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    O Vice City é excelente, vale sobretudo por todo o carisma, mas a jogabilidade foi muito melhorada nos jogos seguintes, principalmente o sistema de combate que teve início com o Canis Canem Edit.
     
  14. gusema Spring Mushroom
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    gusema
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    Eu acho que o jogo tem potencial para melhorias mas tendo em conta a idade e as inúmeras componentes que tem (TPS, combate corpo a corpo, condução, diferentes veículos, entre outros) é impressionante como conseguiram manter a jogabilidade em todas as componentes num patamar de excelência. Vi pessoas a queixarem-se dos veículos comandados mas ao fim de 2 tentativas já os conseguia pilotar bastante bem. Acho que os barcos é o aspecto mais claro a precisar de melhorias.

    Esqueci-me de salientar o quão variadas são as missões. Ao fim de 40 e tal missões continuavam sempre a surpreender-me com mecânicas e objectivos diferentes.
     
  15. gusema Spring Mushroom
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    gusema
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    Passei o Natal a jogar Sonic The Hedgedog, a versão Steam. Deixo já claro que usei save states no fim de cada zona (no bosse final usei na zona anterior e não apenas para o bosse). Adorei o jogo e ainda levei umas 6h para acabar uma vez que o jogo ainda é relativamente desafiante (sobretudo quando comparado com o Super Mario World). O facto de os níveis serem enormes e de terem 50 caminhos diferentes para explorar provavelmente ajudaria a tornar a repetição de cada nível menos monótona mas não estava com paciência para investir umas 215 horas no jogo só para não usar save states (provavelemente iria cansar-me dos níveis a dada altura).

    Em termos de jogabilidade, e tendo em conta que o jogo tem uns 25 anos, continua com uma precisão excelente e graças ao level design raramente me senti frustrado com os controlos. Nota também para a jogabilidade debaixo de água que se encontra incrível com todo o retardamento dos movimentos do Sonic, sendo que no último nível o tempo de oxigenio ainda leva a um ou dois apertos no coração.

    Os gráficos são incríveis e achei melhor o SMW em termos técnicos. No entanto a falta de diversidade de cenários (que se resumem a 7) nota-se um pouco sobretudo quando tem de se reptir os níveis tantas vezes.

    Basicamente é uma experiência excelente que só peca pela falta de diversidade. Aproveito para dizer que o Pro da Wii U se portou lindamente e que me iria ver negro para jogar com o comando da 360.
     
  16. G.E.R.M.A.N. Mega Mushroom
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    G.E.R.M.A.N.
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    Jogabilidade debaixo de água incrível? Bem, essa versão Steam deve ser mesmo diferente :suado:
     
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  17. gusema Spring Mushroom
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    gusema
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    Eu adorei o controlo de baixo de água provavelmente pelas razões que a maior parte deve ter detestado... Senti mesmo que estava a controlar uma personagem dentro de água desde o tempo que demorova a acelerar e a travar até ao tempo que demorava a chegar ao fundo. O último act foi dos meus momentos preferidos do jogo.
     
  18. G.E.R.M.A.N. Mega Mushroom
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    Eu achei mesmo más essas secções. Mas também é difícil em jogos de plataformas acertarem com o controlo debaixo de água. Nesse aspecto, acho que os Super Mario ainda são os melhores.
     
  19. ze_samot 1-Up Mushroom
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    ze_samot
    Para os mim os melhores controlos debaixo de água em platformers clássicos são os dos DKC da SNES. Ou talvez seja apenas a banda sonora que produz um efeito apaziguador xD
     
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  20. G.E.R.M.A.N. Mega Mushroom
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    Toda a banda sonora desse jogo é muito boa. Comecei-o, mas não o cheguei a acabar, a ver se o faço em 2019.
     
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