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FNintendo Top de jogos que terminaram em 2018

Discussão em 'Mundo dos Jogos' iniciada por G.E.R.M.A.N., 22 de Dezembro de 2018.

  1. G.E.R.M.A.N. Mega Mushroom
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    G.E.R.M.A.N.
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    Como não dá para acompanhar tudo o que vai saindo, este top é relativo aos jogos que terminaram este ano, não tendo necessariamente de ter saído este ano.

    Eu ao todo terminei 19 jogos, deixo aqui o meu top 5, com a inclusão de apenas um jogo por série para a lista não parecer tão aborrecida. Deixei apenas aqui um comentário a cada um, as opiniões mais elaboradas estão nos tópicos respectivos ou no tópico "Acabei de acabar".

    5º - Sly 3: Honour Among Thieves (2014)

    Depois de no final do ano passado ter terminado os primeiros dois jogos da série, este ano foi a vez do terceiro capítulo da saga, que acabou por ser o meu preferido da trilogia. Mais variado e divertido que os jogos anteriores e no geral mais memorável, muito carisma dos personagens envolvidos. Aconselho a versão Vita, excelente port.

    4º - Downwell (2016)

    Um dos jogos mais originais, divertidos e desafiantes em que já pus as mãos. Uma mistura de plataformas com shooter vertical em que os níveis nunca se repetem, sendo diferentes de cada vez que iniciamos o jogo, mas em que vamos melhorando ao longo do tempo, à medida que vamos dominando as mecânicas fantásticas que o jogo oferece. Super recomendado.

    3º - Castlevania (1987)

    O clássico jogo da NES é uma estreia fantástica para a série nas consolas Nintendo. Bom level design, com um estilo gótico fantástico e uma jogabilidade simples, mas divertida e viciante. A banda sonora também é de excelência. Também terminei o Castlevania II, que achei bem divertido e underrated, mas não chegou para bater este.

    2º - Super Mario Odyssey (2017)

    Terminei vários Super Mario este ano, mas optei por escolher o Odyssey para esta lista. Ainda continuo neste jogão a completar o que me resta, só a Nintendo para manter um nível de qualidade elevadíssimo de uma forma quase constante no que a Super Mario 3D diz respeito. A jogabilidade é mesmo o ponto mais forte do jogo, diversão é a palavra de ordem.

    1º - The Legend of Zelda: Ocarina of Time 3D (2011)

    Quando termino um jogo depois de conhecer a gigantesca fama em sua volta e todos os prémios que ganhou e mesmo assim, depois de tantos anos, consigo ficar impressionado, é porque o jogo tem de ter mesmo algo de especial. E se tem. Ocarina of Time é uma jornada épica do bem contra o mal na sua forma mais pura e roça a perfeição no que a jogos de aventura em 3D diz respeito.
     
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  2. ze_samot 1-Up Mushroom
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    ze_samot
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    Bom tópico. Raramente jogo títulos no seu ano de lançamento e, consequentemente, nunca tenho um top actual. Este tópico vem a calhar.

    Assim sendo, dos 19 jogos que completei este ano e excluindo os que já havia terminado noutros anos mas que decidi revisitar (e que por si só roubariam alguns lugares do pódio), cheguei à seguinte lista:

    5° Need for Speed: Most Wanted U (WiiU)

    4° The Evil Within (PS4)

    3° The Legend of Heroes: Trails of Cold Steel (PSVita)

    2° Half-Life incluindo as expansões Blue Shift e Opposing Force (PC)

    1° Super Mario Galaxy (Wii)
     
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  3. Jonnybravo 1-Up Mushroom
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    Jonnybravo
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    Isto foi uma boa ideia, segue a minha lista (aproveitei o teu layout @G.E.R.M.A.N. e acrescentei a plataforma onde terminei):

    5º - Yoshi's Wolly World (Wii U | 2015)

    Já andava a arrastar este jogo à montes de tempo e foi este ano que o terminei. Fiz tudo em co-op e penso que é por isso que está neste lugar, uma vez que se tornou bem mais divertido desta forma. Não é o melhor jogo do mundo, mas tem os seus momentos fofos e consegue deixar aquele sorriso em alguns níveis genialmente bem conseguidos.

    4.º - The Legend of Zelda: Breath of the wild + DLC (Switch | 2017)

    Porque é que está um jogo deste calibre em 4.º lugar? É simples, para mim falta-lhe qualquer coisa mais. É excelente em muita coisa e foi um marco nesta indústria, mas a falta de história acabou por ser um ponto muito negativo para mim.

    3.º - The Last of Us Remastered + Left Behind (PS4 | 2014)

    Adorei isto do inicio ao fim. Tem uma narrativa muito envolvente e depois de ter ouvido falar muito bem dele, conseguiu manter as expectativas que tinha. Só tenho pena de não ter havido mais secções onde zombies e humanos estivessem ao mesmo tempo, algo que só acontece no DLC.

    2º - Until Dawn (PS4 | 2015)

    A surpresa da lista! Foi tão bom ter jogado isto acompanhado e podermos ser dois a discutir os destinos de cada personagem. Para o estilo de jogo que é, superou em todos os aspectos.

    1º - Spider-Man (PS4 | 2018)

    Sempre fui fã da Marvel, mas curiosamente os jogos de super-heróis nunca me chamaram muito a atenção. Este Spider-Man foi diferente, com tanto falatório la tive que o ir experimentar e acabou por ocupar todo o meu mês de Novembro. Penso que não joguei mais nada até não ter completado isto a 100%. O segredo acho que foi a facilidade de se pegar no jogo. Muitas vezes dava por mim a ligar a PS4 por uns 20 mins só para apanhar uns ladrões ou ir à caça de umas mochilas. Apesar do ano ainda não ter terminado, penso que será dificil nos 8 dias que se seguem haver jogo que me agarre mais do que este. É excelente a todos os níveis e tem aquele humor típico do spidey que torna isto ainda mais recomendado.
     
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  4. neveda Redactor Chefe
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    neveda
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    Este ano foi um ano atípico para mim. Acabei imensos jogos, muitos na Switch, mas poucos jogos AAA ou que me tivessem cativado muito. Demasiados remasters.

    Focando mais nas outras consolas há poucos destaques, contudo há um jogo que surpreendentemente me cativou imenso este ano. Ainda não acabei pois é massivo, mas tem-me agarrado durante horas e horas, o Warframe. É um título que joguei mal foi lançado mas não achei muita piada. Com a chegada dele à Switch resolvi instalar nas consolas mais potente e rever e não é que fiquei viciado? O jogo evoluiu imenso. É tudo o que Destiny (mesmo um sendo TPS e outro FPS) devia ser e não é.


    Dos que acabei este ano, meu top seria:


    5º - Life is Strange Before the Storm (PS4, 2017)

    Pequeno, é giro para prequela, embora tenha gostado muito mais do original.

    4º - RiME (PS4, 2017)

    Talvez a minha surpresa do ano. Verdade que tem alguns problemas, nomeadamente técnicos. Mas a história é muito emotiva e vale bem a pena durante a dezena de horas de jogo.

    3º - Assassins Creed Brotherhood (PS4, 2016)

    Dispensa apresentações. Talvez o melhor jogo da Ezio Collection. Pena que o remaster seja preguiçoso.

    2º - Yakuza Kiwami (PS4, 2017)

    Finalmente acabei o remake do primeiro jogo da uma das minhas séries preferidas de momento. O jogo tem uma ambição mais pequena que os sucessores mas é uma boa forma de começar a entender a série Yakuza.

    1º - Uncharted 2: Among Thieves Remastered (PS4, 2015)

    Aqui tenho de dar o braço a torcer. Durante muito tempo afirmei que o Uncharted original era o meu preferido. Isso mudou este ano quando resolvi fazer uma maratona de Uncharted. Depois de acabar os remasters dos 3 primeiros, voltar a jogar o da Vita e acabar o Uncharted 4 (que grande desilusão) o Uncharted 2: Among Thieves passou para o primeiro lugar da série e do ano. É o jogo mais equilibrado e que remaster de alta qualidade. Recomendado.
     
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  5. Nosferato Spring Mushroom
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    Nosferato
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    Este foi sobretudo o ano dos remakes e dos remasters, mas no fim apenas fica na memória os melhores como é evidente. Ainda assim, ainda bem que lançaram alguns remasters, a oportunidade de voltar a joga por exemplo Shenmue, valeu muito a pena principalmente pelos controlos revistos, loadings e visuais.
    Para não me estar a repetir sobre o que disse no final de cada jogo, colocarei tudo aquilo que escrevi quando os terminei.

    5 - Saga Shenmue HD Collection

    Shenmue I

    "Shenmue é um jogo que estava cinco anos a frente do seu lançamento, e isso ainda hoje se nota. As ideias utilizadas ainda hoje fazem inveja à maioria dos jogos da geração actual.

    Obviamente que algumas animações ficaram datadas, a jogabilidade pesada de Ryo também não passou no teste do tempo, mas tudo o resto? Continua incrível.

    De referir também que há aqui decisões que certamente hoje não existiram, como por exemplo a exigência de obrigar o jogador a cumprir certas rotas para ter acesso à continuação da história. É certo que se fosse desenvolvido hoje, isto não aconteceria e seria muito mais flexível.

    A Saga continua com um charme fenomenal. A simples história de vingança torna-se mais envolvente graças a todo o enredo em redor do jogo. Todos os nps têm personalidade e são diferentes. Não houve cá copiar e colar. Houve rigor, pormenor e diferença. No final, só podia resultar num profundo aconchego à cidade Yokosuka.

    De resto, agora só tenho a falar deste conjunto em HD. Poderiam ter sido mais rigorosos principalmente por terem a obra que tiveram nas mãos. Não digo que a iniciativa me tenha agradado imenso, porque quem esteve estes anos todos a levar com centenas de rumores, e na esperança da continuação da Saga e principalmente, do relançamento dos dois primeiros títulos, poderia e deveria ter sido com outra exigência. Shenmue tornou-se uma saga de nicho, mas merecia outro tratamento. Durante o jogo encontrei algumas falhas durante as cenas de animação, e isso é imperdoável. É certo que estes bugs aconteciam de forma aleatória (fiz load e verifiquei que não aconteceu novamente na mesma parte), mas mesmo assim é algo que deveria ter sido analisado à lupa antes de ter saído para o mercado.

    Ainda assim, esta colecção em HD continua a ser recomendada. A Sega já comunicou que as correções estão a caminho, e mesmo assim, esta é sem dúvida a melhor e mais comoda de actualmente tirar proveito da série."

    Shenmue II

    "Bem, o que tenho a dizer depois destes anos todos de espera. O jogo superou todas as minhas expectativas, e hoje, valeu mais do que a pena só ter jogado agora o segundo jogo. Não sei se tivesse jogado logo após a primeira experiência com o primeiro, iria conseguir interiorizar 1/3 do conteúdo e da envolvência que o segundo jogo consegue oferecer.

    Ainda bem que a Sega, entretanto corrigiu os problemas existentes nestas versões, pois foi rara a situação que eu tivesse dado conta de problemas com o segundo jogo (um dos problemas mais apontados de quem começou logo pelo II).

    Tal como já tinha dito anteriormente, Shenmue II é muito mais envolvente e muito mais activo que o primeiro jogo. O facto de Ryo estar fora do seu país, dá desde logo a sensação de desconforto e de ser tudo literalmente novo. Um país novo, uma cultura diferente, tudo por explorar. A equipa de Yu Suzuki está de parabéns, pois passados estes todos e o jogo continua com uma diversidade incrível. As partes finais do jogo então, demonstram o quanto a série estava à frente do seu tempo, pois a riqueza dos diálogos e toda construção do próprio universo da lenda, demonstra o quão o trabalho era ambicioso. A série estava nas mãos certas, o mercado é que não reagiu como seria esperado.

    Ainda sobre o segundo jogo, as cidades ganharam o triplo do volume, e da imersão. Há tanto por onde explorar, e tanto por onde fazer que no seu lançamento nenhum jogo se aproximava disto.

    Felizmente para nós, temos agora o lançamento do terceiro (e provavelmente último) jogo. Ainda bem que tiveram a coragem de voltar a pegar em Shenmue e dar pelo menos um fim a grande aventura."


    4 - Ys VIII: Lacrimosa of DANA


    "Tal como já vinha a partilhar no tópico gostei imenso do jogo. Bem mais do que estava à espera, sobretudo porque a história abriu e acabou por ficar bem mais interessante do que inicialmente aparentava. A jornada principal está muito interessante e a exploração do mapa em busca de novos habitantes também, pois tudo acontece de forma gradual e tudo bem enquadrado. Se a narrativa principal me começou a agradar a meio da jornada, de início gostei logo da forma como cada personagem acrescentava sempre alguma coisa ao grupo. As histórias paralelas com os dramas individuais de cada personagem (tanto principais como secundárias) são para mim o ponto mais forte do jogo. Os meus parabéns à Falcom. Não é fácil colocar tantas personagens e acrescentar personalidade em todas. São pouquíssimos os rpgs que fazem isso bem.

    Graficamente não mostrou nem surpreendeu mais do que o início. Está competente pelo que oferece. A ilha é grande que se farta e com muita coisa por explorar e, portanto, aceita-se o visual. Tecnicamente sofre com as quebras que já eram conhecidas por todos, ainda assim não considero nada verdadeiramente grave, pois joga-se bem mesmo em situações absolutamente caóticas com muitos monstros em movimento.

    A banda sonora apesar de falhar em algumas partes do enredo encaixa bem na maioria das vezes durante na exploração e nas batalhas contra bosses. As vozes em inglês não me cativaram, mas já está disponível a actualização que oferece a possibilidade de colocar as vozes em japonês. Obviamente que não perdi nem dois minutos, e aqui sim, as vozes são perfeitas.

    No global é um jogo muito bom. Mais do que recomendando. Uma boa aventura que no fim oferece em todo o seu esplendor de sensação de dever cumprido."

    3 - NieR Automata

    "O jogo possui uma envolvência incrível. O ambiente é pesado, o caos está claramente instalado e nota-se que está tudo prestes a ruir, literalmente. As cores dos cenários, os diálogos, todas as cenas e claro, as músicas, puxam por esse lado melancólico e extramente deprimente. Claro que isto tudo funciona lindamente, e faz dele um jogo incrível. Tiro o meu chapéu a todos os que estiveram envolvidos no desenvolvimento do jogo. Contudo, nem tudo foram rosas. Mais para o fim do jogo fui notando uma autêntica reciclagem de inimigos, assim como de cenários e bosses. A criatividade neste aspecto ficou estagnada a certa altura. Ainda assim, adorei a forma como elaboraram alguns dos finais, com questões únicas à “Kojima” style.

    A história é que se foi perdendo um pouco pelo caminho. Há certas partes na história que não fazem muito sentido ou que se prolongaram em demasia. Senti que tinham de encher chouriços e isso nem sempre é bom. As batalhas a certo período já não eram grande coisa em termos de espectáculo. De recordar o ambiente incrível no parque de diversões as cenas épicas que por lá aconteceram, e ainda a sequência de batalhas na fábrica abandonada “Become as GODS”, “Become as GODS”, “Become as GODS”. Tudo ali batia certeiro."

    2 - Stardew Valley

    Este jogo é um vício. Um vício que stressa imenso e que irá deixar palpitações aos que se meterem nisto sem se informarem primeiro.
    Stardew Valley é de facto um jogo muito bom e que merece sem qualquer dúvida o preço que pedem por ele. Tenho pena de não o ter físico, mas estou muito satisfeito por lhe ter dado uma oportunidade e de não me ter desapontado. É um misto de Animal Crossing com Harvest Moon, e escusado será dizer que no mínimo alcançam a meia centena de horas num piscar de olhos.

    1 - Yakuza Zero

    "A química que se vai formando entre as personagens é magnifica. A equipa da Sega está de parabéns. Não sei como estarão os outros jogos da série, mas se tiverem o feeling do Yakuza Zero (que recebeu muitos elogios da crítica), magnifico.
    Apesar de ter terminado o jogo há ainda imenso por fazer. A quantidade incrível de conteúdo que o jogo tem é um autêntico absurdo e tenho a dizer que se este jogo estivesse nas mãos de outra empresa quase de certeza que venderia muita coisa em formato DLC, o que é muito, mas muito boa mesmo esta atitude da Sega.
    Quanto ao resto, o jogo é fantástico do início ao fim. A história é muito boa, cheia de twists pelo meio e com protagonistas cheios de carisma. Gostei da forma como terminou e fiquei com estima por ambos."
     
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  6. gusema Spring Mushroom
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    gusema
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    Este ano joguei pouquíssima coisa, quase que nem dava para um top 5. XD

    5º - Pokemon Ultra Moon (3DS | 2017)

    Já tinha gostado muito do Moon e acho que este Ultra Moon lhe deu um twist muito interessante em termos de narrativa, fez me ficar curioso para saber mais de uma história que já conhecia. O resto foi o tradicional jogo de Pokemon que nunca desilude.

    4º - Overwatch (PC | 2016)

    O jogo não tem propriamente fim mas tendo em conta as horas que lhe dediquei decidi incluir-lo. Adorei a combinação entre FPS e MOBA sobretudo pela qualidade das personagens e das diferenças entre cada uma, não havendo repetição de poderes ao habilidades. Acho que podia haver um pouco mais de diversidade de mapas mas os que existem são equilibrados e quando explorados a fundo permitem descobrir novas oportunidades de flanco. O chat é tóxico como qualquer outro jogo online mas gostei que pelo menos o modo não ranked fosse relativamente tranquilo. De certeza que o volto a jogar no próximo ano.

    3º - Bordelrands (PC | 2009)

    Jogo que mais divertiu este ano. A diversidade de armas é impressionante e permite abordar cada inimigo de várias maneiras distintas. Os inimigos são originais e as personagens têm bastante charme dando outra vida às waste land. O catch ride é dos veículos mais divertidos de sempre, andar apenas a destruir inimigos com rockets é super divertido. Os gráficos também estão super bem conseguidos. Uma nota para péssimo bosse final que é derrotado na luta de 30 minutos mais secante de sempre.

    2º - Danganronpa (PC | 2010)

    Ao contrario do Borderlands, este tem dos finais mais memoráveis de sempre. O enredo estava construído de maneira incrível com personagens fantásticas que de cada vez que morriam quase que levava uma lágrima ao olho. Os mini jogos durante os trials estão todos bem implementados apesar de alguns se tornarem repetitivos e por vezes com mecânicas a mais. Acho que passou a ser a minha VN favorita (apesar disso o final 999 afectou-me mais)

    1º - GTA: Vice City (PC | 2002)

    Tinha jogado este jogo quando era mais novo mas acho que nunca tinha passado de andar a atropelar pessoas aleatoriamente na rua. Fiz questão de passar sem usar cheats e devo dizer que algumas missões ainda tiveram de ser repetidas um par de vezes. Não fiz todas as missões mas diverti-me imenso a passar de um Zé Ninguém para o dono de Vice City. Tenho alguns nitpickings a fazer mas depois comento no Acabei de acabar.

    Edit: Escrevi isto à hora de almoço mas o To the Moon já veio abalar este top. Depois quando 2018 terminar de vez actualizo.
     
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  7. Ploki Bee Mushroom
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    Eu por acaso este ano fui fazendo uma lista de tudo que joguei com as respetivas datas e percentagens (quando possivel).
    Aqui esta a lista:
    O meu top 5 de 2018 fica:
    1- Valkyria Chronicles
    2- Zero Escape: Virtue's Last
    3- Metroid Prime 3
    4- Kingdom Hearts 1.5
    5- Doki Doki Literature Club

    Excluí o Smash porque, apesar de o adorar, é muito recente e por ser uma escolha demasiado óbvia.
     
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  8. Celebi Redactor
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    Celebi
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    Este ano que passou não joguei muito mas gostei muito do que joguei:

    5 º - Valkyria Chronicles 2 (PSP | 2010)

    Gameplay muito bom e os mapas pequenos assentam muito bem na portátil, mas acaba por ser algo cansativo dada a estrutura repetitiva do jogo. A história é bastante decente mesmo sendo pior que o primeiro, as personagens é que desta vez deixaram algo a desejar. De qualquer forma para jogo de PSP está bastante bom tecnicamente.

    4 º - WORLD END ECONOMICA (PC | 2011-2013)

    Excelente VN do autor de Spice and Wolf, muito bem escrita e está bem dividida em três episódios todos eles com a duração apropriada. Trata de um rapaz de 16 anos que imigrou para a Lua com o objectivo de chegar onde nunca nenhum homem chegou até então, jogando na bolsa para ganhar o dinheiro que precisa para tal. Recomendo muito a quem goste do género. A arte é que podia ser melhor principalmente no primeiro mas o resto compensa bem essa parte.

    3 º - The World Ends With You (NDS | 2008)

    Facilmente o melhor RPG da consola e o melhor jogo dela na minha opinião, é excelente em todos os aspectos, o Nomura nunca mais fará um como este.

    2 º - Final Fantasy IX (PC | 2016)

    Excelente, história bem construída, personagens engraçados e o melhor pacing que já vi num RPG, não há basicamente um momento que não está a acontecer algo significativo. Só não achei piada às personagens que se juntam à nossa party essencialmente para fazer número.
    Joguei a versão de PC pelos gráficos melhorados e realmente ainda é uma diferença considerável.

    1 º - Persona 5 (PS3 | 2016)

    Finalmente joguei isto e não desapontou, o jogo é incrível, desde a sua estrutura à forma como se apresenta, é na minha opinião tudo o que alguém pode querer de um JRPG, e mais ainda. Parabéns à ATLUS e que venham mais destes.
     
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  9. lobito180 Normal Mushroom
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    lobito180
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    Desconhecia este tópico!
    O meu Top 5 de 2018 é este:

    5 - Shenmue
    4 - Resident Evil VII
    3 - Yakuza Kiwami
    2 - The Last of Us Remastered
    1 - Super Mario Odyssey

    Custa-me não meter o Uncharted 4, mas é verdade é que estes para mim foram experiências novas, e o Uncharted, por muito bom que seja, não deixa de ser "mais do mesmo" (não que seja algo mau, mas coisas novas despertam mais interesse).

    O Super Mario Odyssey foi sem dúvida a surpresa do ano. Comprei-o porque "pronto, é um Super Mario", mas adorei. Talvez por ser o primeiro Mario 3D que jogo a sério, mas adorei a jogabilidade, a música, as cores vivas do jogo, tudo está no ponto. Sinceramente pensei que era mais um jogo para ir jogando do que para ficar agarrado, mas o que aconteceu foi mesmo isto. O jogo tem uma quantidade surpreendente de conteúdo e é mais do que aconselhado a qualquer um.

    The Last of Us foi um jogo que sempre me chateei por não ter jogado quando saiu na PS3 visto todos falaram do quão bom o jogo é, e bem tinham razão. Emocionalmente acho que foi um jogo muito bem conseguido e gostei bastante de experienciar esta jornada do Joe e da Ellie. Estou com expectativas altas para a sequela, espero que, como o original, não desiluda minimamente!

    Eu e a série Yakuza temos uma pequena história no passado, que envolve um DVD de demos de PS2 onde vinha a demo do primeiro Yakuza. Lá joguei a demo na altura e gostei bastante mas nunca vi o jogo à venda e a série ficou esquecida na minha cabeça até um dia comprar o Yakuza 3 usado. Tinha ideia de o jogar, mas quando fui ver a história dos anteriores (o jogo inclui o resumo dois dois jogos anteriores) adormeci a meio deste primeiro e decidi que eventualmente iria comprar o jogo original e jogar. Felizmente saiu esta versão melhorada e apaixonei-me pelo ambiente que o jogo proporcionou!

    Já Resident Evil VII foi um jogo que joguei muito a medo. Sou fã da série desde novo (quer dizer, era mais um nightmare fuel do que outra coisa xD) e foi com tristeza que vi a salganhada que a série se tornou com jogos como o Resident Evil 6, Operation Racoon City e mais uns quantos e, quando vi que a Capcom ia mudar a sua abordagem à série, voltando às bases do survival horror, não tive total esperança de que conseguissem. A verdade é que quando comprei o jogo levei uma grande chapada de luva branca, pois está lá praticamente toda a essência daquilo que Resident Evil é para mim. Um ambiente soberbo, personagens que me intrigaram e a longevidade também esteve no ponto, nem muito grande nem muito pequeno.

    O remaster do primeiro Shenmue foi uma bênção caída do céu para quem, como eu, queria jogar esta série (principalmente com o anúncio do III) mas não queria pagar uma pequena fortuna pelos originais da Dreamcast. O jogo é super arcaico, não se pode contornar isso, mas eu comecei a jogar no final dos anos 90, e em consolas como a Master System, por isso arcaísmo em controlos para mim não é propriamente novidade. Adaptei-me e adorei a sensação nostálgica que tive com este jogo pois pareceu-me que voltei a um tempo passado, em que estes eram os melhores gráficos de sempre, o mundo era enorme e transpirava vida por todos os cantos. Sem dúvida um clássico do seu tempo que só não recomendo a ninguém mais novo precisamente por causa deste arcaísmo. É um produto do seu tempo, e penso que para as pessoas também do seu tempo.
     
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  10. BAlvez 1-Up Mushroom
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    BAlvez
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    Bom tópico!
    Antes de irmos ao meu top quero destacar o Final Fantasy IX e o To the Moon, dois jogos que adorei, mas os que se seguem conseguiram preencher-me mais.

    5º Silent Hill 2 - Não sou muito de jogos de terror, mas para fazer a vontade a um amigo lá peguei nisto e agora percebo porque é que Silent Hill é tão especial. Não se trata de jump-scares, mas sim de pressão psicológica constante e perturbação pelo o que se vê e pelo o que ouve. A juntar a isto uma história não só bem contada, mas também com muito simbolismo subentendido. Só é pena esta série ser da Konami.
    4º Yakuza Kiwami - Joguei o Yakuza Kiwami e o Yakuza 0 no ano passado, e apesar de eu achar que o Yakuza 0 tem uma história melhor e ser uma experiência bem mais "cheia", o Yakuza Kiwami marcou-me mais. Tem uma história simples e previsível, menos conteúdo que o Zero e por isso mesmo achei-o um jogo mais equilibrado que o outro. No geral, preencheu-me bastante e correspondeu às expectativas quando me decidi, por fim, iniciar-me nesta série que à muito tinha interesse.
    3º Shenmue - Outra série em que à muito tinha curiosidade, mas só me ofereceram as versões HD do primeiro e do segundo jogo é que me atirei a ela. Mecanicamente requer alguma habituação, mas depois desse período de adaptação consegui desfrutar o jogo que foi tão revolucionário e marcante para muitos. Mortinho por jogar o Shenmue 2, mas existem outras prioridades!
    2º Marvel's Spider-Man - Se houve super-herói que eu sempre gostei foi do Homem-Aranha, mas tinha perdido o interesse na personagem e nos super-heróis em geral à tanto tempo... Até que eu vi o filme "Spider-Man Homecoming", consequentemente o resto dos filmes da MCU, e fiquei muito hypado para este jogo. E o Hype correspondeu, adorei de tal maneira o jogo que até o platinei (coisa que normalmente não me dedico fazer) e as DLC's conseguiram complementar uma experiência só por si completa.
    1º Persona 4 Golden - Em 2017 joguei o Persona 5, jogo que gerou em mim um grande debate sobre que jogo gostaria mais, esse ou o Breath of the Wild. Por causa disso, fui com menores expectativas para o P4G pois "o P5 é o pináculo dos JRPG's". Enganei-me, são dois jogos de tal forma distintos que agora o meu debate interior é sobre qual é o melhor Persona e ainda não cheguei a alguma resposta. Adorei o quão "pacato" é o setting do P4 e o quão "familiar" é este ambiente e a temática policial/mistério/paranormal. Dado isto, espero que o Persona 3 FES ainda complique mais esse meu debate.

    Foi isto. Mas acho que neste ano de 2019 irei jogar mais uns "jogões" que no ano passado, só espero não me desiludir xD
    E @gusema, quando voltares ao Overwatch avisa pois esse é jogo que eu jogo com regularidade e ainda se combinava umas partidas!
     
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  11. gusema Spring Mushroom
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    gusema
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    Eu agora nem o tenho instalado que ando com o CS: GO, mas daqui a uns meses sou capaz de voltar a instalar. Depois combinamos. :fixe2:

    A ver se entretanto actualizo a minha lista.
     

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