FNintendo Top de jogos que terminaram em 2019

Discussão em 'Mundo dos Jogos' iniciada por G.E.R.M.A.N., 31 de Dezembro de 2019.

  1. G.E.R.M.A.N. Mega Mushroom
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    G.E.R.M.A.N.
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    Terminando o ano hoje e à semelhança do ano passado, deixo aqui este tópico. Quais os melhores jogos que terminaram este ano (não tendo necessariamente de ter saído este ano)?

    Eu apenas terminei 10 jogos este ano, muito menos do que os 19 do ano passado. Foi um ano muito mais complicado para jogar, tanto por questões profissionais como pessoais. Mas ainda assim, deu para jogar umas coisinhas que acho que chegam para formar um top decente. Vou deixar alguns jogos de fora, como Dragon Quest XI, porque apesar de ser o meu jogo preferido que joguei este ano, ainda não o terminei por falta de tempo, ou o Tetris 99, porque ainda não explorei tudo o que o jogo tem para oferecer.

    Assim sendo, aqui fica o meu top:

    5º - Wild Arms (1998)

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    Um RPG muito sólido no vasto catálogo de RPGs da PS1. Gostei especialmente do grafismo e da banda sonora. Bastante divertido, apesar de algo fácil. Sem dúvida um clássico.

    4º - Dragon Quest III: The Seeds of Salvation (2014)

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    Adorei a versão mobile. Uma aventura épica que completa de uma excelente forma a trilogia Erdrick. A história é simples e a jogabilidade clássica, mas ainda assim com uma grande novidade em relação aos anteriores, o sistema de jobs. O meu ponto preferido do jogo é o setting, com várias nações do mundo real aqui representadas. Totalmente recomendado.

    3º - Spyro 2: Ripto's Rage! (1999)

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    Estou indeciso se prefiro este ou o primeiro. Este objectivamente é melhor, com a introdução de novos movimentos e aumento da dificuldade, mas ainda assim acho que o primeiro tem mais charme. De qualquer das formas, qualquer um deles é recomendado, fizeram-me transportar de novo para os tempos de infância. A ver se este ano jogo o terceiro.

    2º - Super Mario Maker 2 (2019)

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    O jogo em que investi mais horas este ano. Perfeito para pegar durante uns minutos e passar uns níveis ou perder mais algum tempo e deixar a nossa veia criativa fluir. A quantidade de conteúdo não tem limites, vai ser um jogo que me vai acompanhar até ao final de vida da Switch.

    1º - Donkey Kong (1994)

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    Uma pequena obra-prima. Impressionante o conteúdo, a originalidade e a diversão que esta aventura consegue proporcionar ainda nos dias de hoje. Diverti-me do início ao fim, super desafiante nalguns níveis finais. Um autêntico deleite para os fãs de puzzles e plataformas e, na minha opinião, muito superior aos outros títulos Donkey Kong que lhe antecederam.
     
    Última edição: 1 de Janeiro de 2020
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  2. jabun Colaborador
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    Este ano fico-me por estes 5:

    5- Yakuza 0 (PS4)

    Uma saga pela qual tenho enorme carinho e esta nova entrega não desiludiu! Obrigatório para a malta que tem uma PS4 lá por casa.

    4- Luigi's Mansion 3 (Switch)

    Passados todos estes anos, o primeiro Luigi's Mansion ainda é dos meus jogos favoritos. O 2 desiludiu um pouco mas este terceiro acertou na mouche… Não tem o charme do primeiro jogo, mas é do que de melhor existe na consola da Nintendo​

    3- Shenmue 3 (PS4)

    Não me satisfez plenamente (quem teve a ideia de que o Ryo tem de comer para poder correr deveria ser apedrejado…) e a história do jogo desenvolve-se muito pouco para quem esteve tantos anos à espera, mas… é Shenmue! O espirito está todo lá e é um prazer deambular por Bailu e por Niaowu.
    Aguardo (im)pacientemente pelo quarto jogo.

    2- Final Fantasy VIII (PS1)

    Já não pegava neste RPG há uns 15 anos, pelo que me aventurei em mais uma playthrough em que apanhei as cartas todas, GFs e maximizei as personagens. Um jogaço.

    1- Phantasy Star 4 (Mega Drive)

    Outro que já não pegava desde os anos 90. Meti o cartucho na Mega Drive só para ver "como é que o bicho envelheceu" e lá se foi o serão.
    Algumas mecânicas estão datadas, mas o raio do jogo ainda é dos melhores JRPGs que podem jogar.

    Um Phantasy Star 5 é que era oh Sega.

    E uma menção MUITO honrosa para o excelente remake do Resident Evil 2
     
    Última edição: 3 de Janeiro de 2020
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  3. Shiny Redactor
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    Este ano não acabei muitos jogos, mas alguns dos que acabei foram bastante memoráveis:

    #5 - Dragon Quest IV (NES)

    Eu já tinha o jogado mas nunca o cheguei a acabar, até o verão deste ano. Embora eu achar o jogo bom e ter-me divertido bastante com ele, fez certas coisas novas que não resultaram como a mudança radical que acontece a meio do jogo. Até hoje fico sem perceber o que raio é que estavam a pensar. Mas pronto, jogo bastante bom na mesma.

    #4 - The Legend of Zelda: Link Awakening Remake

    É certamente um remake muito bom e a versão definitiva do jogo em termos de jogabilidade...mas não é em outros aspectos. O overworld sem transições faz da experiência bem mais fluída e o inventário está MUITO melhor que o original, mas eu sinto que tudo o resto é pior. Não sou nada fã da direcção artística e odeio o que fizeram à música. E as Chamber Dungeons são tão foleiras.

    #3 - Super Mario Maker 2

    Fiquei com uma hype enorme quando foi anunciado, e o jogo não decepcionou. Ainda não joguei muitos dos níveis já criados que quero jogar mas fiz a single-player campaign e foi fixe. Acho a qualidade dos níveis inconsistente mas tem alguns bons. O factor diversão está nas criações da comunidade e há umas que são incríveis.

    #2 - Sekiro: Shadows Die Twice (PS4)

    Tem alguns problemas, como o desperdício de potencial das suas boas ideias e a AI inconsistente, mas é impossível negar a qualidade deste título que merece ser lembrado como um dos melhores trabalhos do estúdio. Eu fiz uma vídeo análise onde aprofundo mais no que acho do jogo, se estiverem interessados adorava que vissem e oferecessem a vossa opinião.

    #1 - Dragon Quest XI S: Echoes of an Elusive Age - Definitive Edition

    Se calhar estou a fazer batota com este pois completei a outra versão no ano passado, mas estaria a ser desonesto se não o pusesse na minha lista. Este é o melhor JRPG da geração e está entre os três melhores de toda a série. É já um clássico, que me ofereceu mais de 400 horas de divertimento inesquecíveis.
     
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  4. BAlvez 1-Up Mushroom
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    BAlvez
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    Ui isto é que vai ser complicado... Mas para eu dar um destaque mais abrangente, o meu vai ser um Top 10. Cá vai:

    10 - Shadow of the Colossus (2018)

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    Como eu não cresci com uma PS2, este foi dos jogos que muito ouvi falar e nunca tive acesso, e daquilo que eu via, até nem me interessava muito. Mas tenho um amigo que sempre me falou do quão grandioso este jogo é, e como nós costumamos comprar jogos na PS4 a meias na PS Store, este remake foi um que compramos para aproveitar uma promoção.
    Torci o nariz, e de início o jogo parecia-me ser só um boss rush demasiado simples e fácil onde percorremos uma vasta terra deserta à procura da próxima vítima, vítima onde tínhamos de a trepar e acertar nos pontos fracos. E foi assim até encontrar o 5º colosso, que se trata de um pássaro e eu não fazia ideia como agarrar-me a ele. E a partir daí os bosses começaram a ser cada vez mais criativos e o pensamento a partir daí era “como é que eu posso tirar proveito desta arena que aqui temos para derrotar o gajo?”, e é isso o que torna este jogo fantástico. O sentimento de descoberta, seja local onde o colosso seguinte está, como derrota-lo e, por fim, conseguir fazê-lo e ir ao próximo. É um processo repetitivo, mas sempre empolgante por não se saber o que virá de seguida, e nunca é igual aos anteriores.

    9 - Astral Chain

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    Desta lista, este foi o jogo que menos expectativas tinha e o que mais me supreendeu. Sabia que era da Platinum Games e como eu gosto de Bayonetta, lá decidi arriscar num "Leve 3, Pague 2" da Worten pois sentia que o compromisso não era tanto.
    Passados os fatídicos dois meses que já muito falei aqui no fórum, lá comecei a jogar isto e isto é um jogão de início a fim. Não gostei tanto do "Case 8" pois parece-me desnecessário para a história geral do jogo e aí até aborreci-me um bocado, mas fora isso, isto é acção e exploração sem parar e sem aborrecer. Tem um combate sensacional e bastante profundo, NPC's interessantes e isso vê-se mais nos casos secundários, uma direcção artística onde rapidamente me tornei fã e então a OST... Brutalíssima!
    Gosto muito de Bayonetta, mas este jogo tornou-se no meu jogo preferido da Platinum Games. Isto é, ainda tenho de jogar o Nier Automata este ano para tirar essa teima, mas até lá fica no topo.

    8 - BioShock Infinite

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    O meu FPS preferido era o primeiro BioShock muito pela atmosfera de Rapture e todo o lore envolvente, mas eu disse "era" porque BioShock Infinite ocupou esse lugar. Digo já, prefiro Rapture a Columbia, mas Columbia consegue ser igualmente interessante pois é uma cidade bem mais "viva" onde os problemas que encontramos são diferentes de Rapture. E eu não paro de referir Rapture porque este jogo tem muitas ligações face ao universo do primeiro BioShock (mais exploradas nas DLC's muito obrigatórias) que torna Kevin Levine num génio que só mesmo visto.
    Mas o que me faz preferir mesmo o Infinite ao BioShock original são mesmo as personagens, o protagonista Booker e uma das melhores companheiras num videojogo, a Elizabeth. As personagens num todo são realmente muito boas, mas a dinâmica entre estes dois é qualquer coisa e quanto mais avançamos mais parvo se fica com a qualidade deste jogo que apesar de se chamar BioShock e ter muitas ligações com o jogo original, é meritoso por si só.
    Já agora, deixo em Spoiler um momento inicial deste jogo que achei muita piada.

    O primeiro objectivo é retirar a Elizabeth de uma grande torre onde ela sempre viveu, e depois disso acontecer a rapariga fica tão maravilhada pela liberdade que agora tem e andamos com ela numa praia a ver o quão contente ela está. Nessa parte do jogo, esta é a música que os músicos estão a tocar na praia:



    Bem mais tarde neste jogo, bem perto do seu final, se explorarmos bem um local podemos encontrar isto:


    Depois de ter terminado todos os jogos da série BioShock e ter visto vídeos de Easter Eggs e muito mais, este é um universo que eu considero obrigatório para qualquer pessoa que goste de jogos. Até podem dar skip ao BioShock 2 que nem é mau, mas como nem foi escrito pelo Kevin Levine não é muito relevante para a história geral do universo.

    7 - Kingdom Hearts III

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    Depois de tanto tempo à espera, não desapontou e correspondeu às minhas grandes expectativas.
    Fiquei mesmo surpreendido como o Nomura conseguiu resolver todas as pontas soltas da série neste jogo… E largar mais umas quantas para a continuação da história. Fico contente por haver mais Kingdom Hearts no futuro, mas também pouco sossegado porque o final me deixou a pensar "Então, mas...".
    Felizmente a DLC "Re Mind" está aí à porta, promete saciar a minha curiosidade e responder a essas questões, e até corrigir onde o jogo falhou a meu ver (que foi no fanservice).

    6 - Persona 3 FES

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    Persona 3: The Journey? Ótimo jogo, grande história, melhor cast de personagens de um Persona, um combate desenhado em torno de controlar apenas o protagonista até parecia estranho, mas até está bem aplicado. Adorei, 10/10.
    Persona 3: The Answer? Um nojo, história horrível que coloca em causa aquilo que foi conquistado no jogo original, um grindfest secante onde eu perdi mais de 30 horas para enfrentar bosses injustos como tudo. Não consegui acabar por me sentir injustiçado, vi o que me restava no YouTube e fiquei desapontado. Infelizmente, isto é canon.
    Conclusão: O Persona 3 vale muito a pena, mas só a campanha original. Devia de ter optado pela versão Portable pois parece ser a melhor versão, muito porque podemos controlar todos os Party Members (e o jogo fica bem mais fácil) e deixa de parte o The Answer.

    5 - Fire Emblem: Three Houses

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    Digo-vos, nem era um jogo que eu pensava sequer comprar este ano e os trailers nem me chamavam à atenção, mas um amigo meu deu-me isto no aniversário e eu até deixei o Xenoblade Chronicles 2 a meio para poder dar uma oportunidade enquanto o jogo estava quentinho.
    O jogo é realmente muito bom. O "setting" da escola e de formar as units do nada e ao nosso gosto é por si só interessante e até já foi feito por outros jogos, mas o desenvolvimento de personagens e a interacção que temos com todas elas é sublime e é nisto que o jogo brilha. Mas por acaso, até tem uma história muito boa, o ciclo de ter de esperar um mês para que esta seja desenvolvida por vezes torna-se monótono, mas a constante interacção com as nossas units (e não só) torna tudo isto num processo de descoberta.
    Mas também temos 4 campanhas diferentes, e se eu disse o que disse tendo em conta que eu só joguei a dos Golden Deer, logo, é multiplicar tudo o que eu de bom disse por quatro e o jogo torna-se ainda melhor do que parece!

    4 - Chrono Trigger

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    O que é que eu posso acrescentar mais sobre este clássico? Não muito. Eu sabia que o jogo era bom, mas não tinha a noção do quão bom era. História interessante com um objectivo claro desde início com um excelente pacing e momentos para rir, chorar e ficar de boa aberta, tem personagens todas elas muito boas (até o Crono mesmo não dizendo nada, bem melhor que o Dalton que é só chato), banda sonora, ui, disso então nem se fala! O jogo é realmente fantástico e deve de ser dos primeiros jogos onde temos decisões que afectam o destino da história. Até nisso foi bem executado, é mesmo algo obrigatório e deveria de estar em mais plataformas!

    3 - Dragon Quest XI: Echoes of an Elusive Age

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    Um amigo meu presenteou-me com este jogo para PC no Natal de 2018, e meses depois lá tivemos a confirmação da que a data de lançamento da versão Nintendo Switch era para Setembro. Como faço questão de mostrar apreço pelas coisas que me dão, este foi o JRPG que peguei imediatamente após ter terminado o Persona 3 e caramba... Que jogão! Em termos de JRPG's mais recentes, eu coloco-o ao mesmo nível do Persona 5 pois agarrou-me de início a fim, mesmo tendo um começo lento mas sendo capaz de deixar a pulga atrás da orelha.
    Eu não sou muito de exprimir emoções com qualquer tipo de media, mas quase chorei com este jogo muito por causa de algumas side-stories e claro, muitos dos desenvolvimentos da história. Vou deixar aqui em Spoiler uma das coisas que eu mais gostei do jogo, mas só recomendo que vejam se tiverem terminado e começado o terceiro acto do jogo.

    A minha personagem preferida é a Veronica, achei piada à personagem desde início por ser alguém com um corpo de criança que odeia ser tratada como tal e não tem papas na língua, o completo oposto da irmã. Quando eu descobri no segundo acto que a Veronica se sacrificou para salvar todos os membros da party eu fiquei de coração partido, mas adorei o facto da sua irmã Serena superar o seu luto e crescer, e assim herda todas as habilidades da Veronica tornando-a assim numa personagem ainda mais interessante.
    Depois vem as questões morais apresentadas no terceiro acto. Depois de um final bonito, existe a possibilidade de impedir que a Veronica se sacrifique a troco de perder tudo o que foi conquistado até lá, ou seja, o protagonista tem de voltar atrás no tempo até ao momento em que a Veronica se sacrificou, e vai viver tudo de novo a partir desse ponto. Voltar a derrotar os "maus" e tudo mais. Foi das Cut-Scenes mais tensão senti pois era algo que todos queriam, mas o preço era demasiado alto... Até que decidiram que se ia fazer isso e as coisas tomaram um rumo diferente daquilo que eu estava à espera e admito, tive um grande prazer em reconstruir tudo isso para que no fim tudo estivesse bem e isso deu-me muito gozo, pois no acto 2 viu-se muitas pessoas a terem um fim menos bom e aqui nesse terceiro acto temos uma oportunidade de todas terem o seu final feliz, mesmo de algumas personagens secundárias.

    Dito isto, o jogo mexeu comigo e eu não conseguia deixar de o jogar, foi mesmo até eu ter tudo feito, achivements incluídos. E um dia destes vou voltar a Erdrea na minha Nintendo Switch para descobrir o que há de novo.

    2 - Resident Evil 2 (2019)

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    Um Remake do melhor Resident Evil só podia resultar num dos melhores jogos do ano, e pessoalmente é o meu GOTY de 2019. Só para terem uma noção do quão colado eu fiquei neste jogo, eu instalei-o no PC só para o experimentar e ter uma noção da optimização do jogo na plataforma (que é exímia) pois eu até tinha ideias de começar a jogar um outro jogo... Mas comecei o cenário Leon A numa manhã de sábado, e na noite da segunda-feira seguinte estava a terminar o cenário Claire B. Este jogo é realmente bom e consegue recriar a atmosfera do original de tal maneira que eu comecei a deixar de pensar que o "setting" do primeiro Resident Evil não é assim tão bom como eu pensava (e eu considerava isso um dos melhores de sempre).
    Mas fico a aguardar pelo o então Remake do Resident Evil 3, muitos jogos antigos mereciam o mesmo tratamento que a Capcom está hoje a dar a Resident Evil... Ouviste Konami?

    1 - God of War (2018)

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    Depois de terminar (e até platinar), agora percebo porque é que este foi para muitos o GOTY de 2018. Não há nada de negativo que eu possa apontar a este jogo. Confesso que inicialmente o jogo parecia-me muito diferente do resto da série e eu até estava a torcer o nariz, mas rapidamente vi que a identidade de God of War está toda presente neste jogo.
    Tem um cast de personagens pequeno, mas todas elas são interessantíssimas e a constante interacção entre elas é sempre recompensador. É dos jogos graficamente mais bonitos da PS4. É mesmo um jogo do caraças e imagino-me a voltar a jogar isto num futuro próximo, mesmo tendo um backlog do tamanho do que eu tenho, e isso deverá de acontecer quando a continuação desta história estiver aí à espreita porque este God of War é apenas a rampa de lançamento para algo bem maior.
     
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    *Vê o Dad of War à frente do Dragon Quest XI*

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    5º - Wild Arms (PS1 1998 - jogado na PS Vita)
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    Ao pegar no jogo rapidamente percebe-se porque é considerado um clássico no género dos jrpgs . Os pontos de destaque para mim são a utilização de elementos de action rpg na exploração das masmorras, a banda sonora e o modo sublime como a narrativa é apresentada em alguns momentos, apesar das limitações técnicas da altura. Peca por ser demasiado fácil.


    4º - Radiant Historia (DS 2011)
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    Apresenta um dos mais divertidos e engenhosos sistemas de combate que já experimentei em jrpgs. Apesar do gameplay ser a estrela da companhia é igualmente uma óptima aventura. Infelizmente perde-se um pouco com as viagens constantes no tempo e saltos entre linhas de história.


    3º - The Evil Within (PS4 2014)
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    O melhor elogio que posso fazer ao jogo é que pensei inúmeras vezes no Resident Evil 4 enquanto o jogava. Embora os DLCs não tenham grande valor em termos de gameplay, são obrigatórios para quem quiser perceber melhor os acontecimentos do jogo.


    2º - Resident Evil 2 (PS4 2019)
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    O melhor remake que alguma vez tive oportunidade de jogar. Para mim fica taco a taco com o original e só não o ultrapassa por uma questão de nostalgia. Toda a recriação do jogo está fenomenal, desde os cenários até à sonoplastia. Terminei o jogo por 4 ocasiões, sempre com o mesmo entusiasmo. A única desilusão foi a superficialidade dos DLCs, que não são mais do que réplicas do 4th Survivor Mode. De qualquer modo são DLCs gratuitos por isso não faz mossa.


    1º - The Talos Principle Deluxe Edition (PS4 2015)
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    Obrigatório para os apreciadores de jogos de puzzles. Começa de fininho com uma boa introdução gradual das mecânicas de jogo mas rapidamente damos de caras com alguns puzzles bastante desafiantes. O que torna este jogo brilhante, na minha opinião, é a integração da componente de quebra-cabeças num mundo enigmático que pede para ser explorado e que está repleto de discussões filosóficas relativas à inteligência artificial que vão surgindo para quem as procurar. Tudo isto é devidamente embelezado por uma banda sonora excepcional.
     
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